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Pedido negado

Vereadores livram segundo processo de impeachment contra prefeito de Lages

Por conta de uma determinação legal, os vereadores membros da CPI da Semasa foram impedidos de votar

• Atualizado

Carolina Sott

Por Carolina Sott

A Câmara Municipal de Lages não aprovou o segundo pedido de abertura do processo de impeachment contra o prefeito de Lages, Antônio Ceron (PSD), em sessão legislativa realizada nesta segunda-feira (21). A votação contou cinco vereadores que se manifestaram a favor, enquanto sete votaram contra. Além disso, dois vereadores não estiveram presentes no plenário e um suplente do partido PSD não foi convocado para participar da decisão.

Por conta de uma determinação legal, os vereadores que foram membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou possíveis irregularidades na Secretaria de Águas e Saneamento (Semasa), foram impedidos de votar na abertura do processo. Assim, suplentes foram convocados para participarem da votação.

O pedido de impeachment surgiu como resultado do relatório final da CPI, desencadeada após desdobramentos da Operação Mensageiro. Chefe do Executivo, Ceron foi preso durante a investigação que apura uma série de crimes, entre eles, a suspeita de fraude em licitação, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Veja como os vereadores votaram:

Votaram contra:

  • Agnelo Miranda
  • Robertinho
  • Gerson Omar
  • Odila Waldrich
  • Ademar Waltrick
  • Felício Martins
  • Pedro Figueiredo

Votaram a favor:

  • Nixon de Oliveira
  • Bruno Hartmann
  • Elaine de Moraes
  • Leandro do Amendoin
  • Alvin Neves Machado

Faltantes:

  • José Osni
  • Eder Santos

Não convocado:

Um representante do partido PSD não foi convocado.

Caso os 16 vereadores estivessem presentes, seria necessário um mínimo de nove votos favoráveis para que o processo fosse instaurado. No entanto, dois vereadores faltaram, um suplente não foi convocado e o presidente da Câmara, Aldori Freitas (MDB), não votou.

Ao Portal SCC10, a defesa de Antonio Ceron informou que o prefeito retornou ao cargo por decisão unânime no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC). Segundo ela, “o novo pedido de impeachment apenas revela o afobamento e despreparo da oposição. Confiamos na Câmara, que saberá decidir com sabedoria e bom senso”.

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