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Mãe e padrasto são suspeitos de espancar brutalmente criança de 3 anos em SC

A polícia informou que ela estava extramamente machucada com hematomas pelo corpo todo

• Atualizado

Redação

Por Redação

Pai da criança conversa com os policiais | Foto: Sérgio Guimarães/Cedida ao Portal SCC10
Pai da criança conversa com os policiais | Foto: Sérgio Guimarães/Cedida ao Portal SCC10

A Polícia Militar foi acionada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Bela Vista, em Palhoça, para atender o caso de uma criança de três anos que foi brutalmente espancada nesta quinta-feira (07). Conforme a corporação, ela estava extremamente machucada, com diversos hematomas e marcas de mordidas pelo corpo, rosto inchado e queimado, e com o olho parcialmente fechado devido a uma lesão. A mãe e o padrasto são os principais suspeitos pelas agressões e foram conduzidos à delegacia. 

Na UPA, a equipe médica relatou aos policiais que o menino possuía machucados recentes, mas também possuía mordidas e hematomas de dias anteriores, indicando que as agressões eram recorrentes. Embora estivesse bastante machucada, a criança estava consciente, conversava com a equipe médica e com a guarnição, mas pedia constantemente por comida. 

Conforme a polícia, quando perguntada como alguns machucados haviam acontecido, a criança apenas dizia “não pode”. Nos momentos em que a equipe médica precisava encostar na criança para realizar os procedimentos, ela gritava e impedia a aproximação. 

Ao conversar com a mãe, ela relatou aos policiais que seu filho caiu da cama e ficou com lesões. Disse ainda que nesta quinta-feira (07), antes de ir trabalhar, seu filho estava com o rosto inchado e o levou até a UPA. Ela afirmou que não agrediu a criança e não sabe informar como ela ficou tão lesionado. Sobre as mordidas antigas que a criança apresentava, a mãe não soube responder. Diante dos acontecimentos, o Conselho Tutelar foi acionado.

Durante o atendimento na unidade, a polícia foi informada pela equipe da UPA que um homem de motocicleta vermelha estaria rondando as imediações e que a mãe da criança foi até a rua falar com ele. Por conta disso, o segurança da unidade anotou a placa da motocicleta e repassou para o serviço de inteligência da polícia, que estava no local e prontamente foi averiguar. 

Após diversas buscas realizadas pelo serviço de inteligência para localizar o homem, ele foi abordado na avenida Rio Grande. A motocicleta que estava sendo conduzida foi removida ao pátio conveniado por infrações administrativas e o suspeito, que é o padrasto da criança, foi entregue na delegacia de Polícia Civil. 

O homem também relatou que não sabia a origem dos hematomas na criança. A polícia informou que questionou diversas vezes o padrasto sobre as lesões, já que era ele que cuidava do menor para a genitora trabalhar, que, em resposta disse que a criança caiu no parquinho e que na data de ontem estava com o rosto inchado e colocou uma compressa quente no rosto do menino.

Embora a mãe tenha afirmado que a criança caiu da cama e o padrasto afirmado que ela caiu no parquinho, o médico responsável pelo atendimento disse à guarnição que as lesões apresentadas no corpo da criança não são provenientes de queda. 

Segundo informações da Polícia Militar, o pai biológico do menor já havia registrado boletim de ocorrência no dia 7 de agosto deste ano, informado que ao buscar a criança ela estava com hematomas pelo corpo.  Diante dos fatos, os dois suspeitos foram levados até a Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

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