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Homem é condenado por tentar matar companheira a marteladas em Lages

Vítima foi atacada com marteladas após desentendimento

• Atualizado

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Por Rádio Clube

Homem é condenado por tentar matar companheira a marteladas | Foto: Reprodução
Homem é condenado por tentar matar companheira a marteladas | Foto: Reprodução

Em sessão do Tribunal do Júri realizada nesta quinta-feira (16), um homem foi condenado a 23 anos e quatro meses de reclusão por tentativa de feminicídio contra sua companheira. O crime, ocorrido em junho de 2025 no município de Lages, envolveu o uso de um martelo contra a vítima, que possui mais de 60 anos.

Detalhes do caso

O episódio aconteceu na noite de 28 de junho do ano passado. Segundo os autos, após um desentendimento, o agressor desferiu pelo menos dois golpes de martelo contra a mulher, que estava deitada no momento do ataque. Apesar das agressões, a mulher conseguiu reagir, desarmar o homem e fugir para a casa de vizinhos, onde recebeu socorro.

O agressor, que estava alcoolizado na ocasião, fugiu logo após o crime, mas foi preso posteriormente e confessou o ato. A vítima, conforme relatado no processo, apresenta sequelas físicas e psicológicas decorrentes da tentativa de homicídio.

Homem é condenado por tentar matar companheira a marteladas; decisão do júri

O Conselho de Sentença rejeitou as teses da defesa de desistência voluntária ou desclassificação para lesão corporal. Os jurados reconheceram qualificadoras e causas de aumento de pena, como:

  • Feminicídio: Crime praticado em contexto de relação íntima de afeto;
  • Recurso que dificultou a defesa: Vítima atacada enquanto estava deitada;
  • Vítima idosa: Idade superior a 60 anos;
  • Motivo fútil: Desentendimento banal do cotidiano.

Sentença

O magistrado presidente da sessão determinou o cumprimento da pena em regime inicial fechado e manteve a prisão preventiva do réu, ordenando a execução imediata da sentença. Além da reclusão, foi fixada uma indenização de R$ 5 mil por danos morais à vítima. Por tramitar em segredo de justiça, os nomes dos envolvidos não foram divulgados. A decisão ainda cabe recurso.

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