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Episódio 1

A importância da engenharia florestal para a economia catarinense

O Engenheiro Florestal tem suas atividades regulamentadas pelo sistema CONFEA/CREA que é quem define e fiscaliza as atribuições profissionais.

• Atualizado

Redação

Por Redação

Engenheiro florestal Lauri Amândio Schorn. Foto: SCC SBT
Engenheiro florestal Lauri Amândio Schorn. Foto: SCC SBT

A necessidade do uso racional dos recursos naturais, especialmente dos recursos florestais, fez surgir a profissão do engenheiro florestal, há mais de 300 anos, na Europa. A função se expandiu para outros países, inclusive o Brasil. 

Aqui em Santa Catarina, segundo o engenheiro florestal Lauri Amândio Schorn, em décadas passadas houve uma grande atuação baseada no extrativismo. A partir da década de 1960, principalmente, começaram a ser implantados os reflorestamentos em escala maior. E são esses reflorestamentos, sempre com a participação de profissionais de engenheiros florestais, que hoje respondem pela importância do setor de produção madeireira no Estado. Ou seja, o que foi iniciado lá atrás, reflete em importância econômica para Santa Catarina.

“Hoje o reflorestamento é feito em áreas que não têm mais mata nativa, ou seja, áreas que estavam em uso por agricultura ou por pastagem, que estavam abandonadas ou que já tinham o reflorestamento anterior. Ele é feito num nível de utilização tecnológica bastante elevado, podendo ser superior, por exemplo, ao de países da Europa e Estados Unidos, entre outros que também trabalham maciçamente com o reflorestamento”, explica Schorn.

O engenheiro florestal tem mercado de trabalho assegurado tanto em empresas privadas como no setor público. Ele pode atuar em grandes empresas da área de produção de madeira e no seu beneficiamento, em pesquisas florestais e industriais, no controle de qualidade de produtos como a celulose e o papel, assim como no aproveitamento dos recursos das florestas pelas fábricas de móveis e de carvão vegetal. 

“Há uma demanda muito grande para atuação de engenheiros florestais no meio urbano, no planejamento e gestão de áreas verdes, e em estudos ambientais que visam, por exemplo, a implantação de loteamentos, o de expansão de áreas urbanas. Então, nesses estudos, o engenheiro florestal, juntamente com outros profissionais, trabalha em atividades multidisciplinares”, finaliza o engenheiro.

Confira mais detalhes no programete a seguir 

Engenharia Florestal: profissão é regulamentada pelo sistema CONFEA/CREA

O Engenheiro Florestal tem suas atividades regulamentadas pelo sistema CONFEA/CREA que é quem define e fiscaliza as atribuições profissionais. No CREA-SC, onde estão registrados cerca de 1,6 mil profissionais da área, foi criada em 2011 a Câmara Especializada de Engenharia Florestal, composta por conselheiros, representantes das instituições de ensino e entidades de classe do estado. Eles analisam todos os processos que apresentam relação direta ou interface com a Engenharia Florestal, incluindo, entre outros, registro de profissionais e empresas, atribuições e questões de ética profissional. O Conselho trabalha para valorizar a representatividade e a força das engenharias, exaltando a responsabilidade técnica do setor tecnológico.

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