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OBRA BARRADA

Prefeitura impõe condições para liberar obra após casa rachar ao meio em SC

Caso ocorreu em Blumenau; moradores precisaram sair às presas da residência

• Atualizado

Olga Helena de Paula

Por Olga Helena de Paula

Foto: Paulo César/SCC
Foto: Paulo César/SCC

A Prefeitura de Blumenau definiu novas exigências para a retomada da obra que fez um casa rachar ao meio e desabar no bairro Escola Agrícola.

A decisão foi tomada após reunião realizada na quarta-feira (22) entre a família atingida e os responsáveis pelo empreendimento.

  • Casa racha ao meio e família deixa imóvel às pressas após obra vizinha em SC
  • Prefeitura impõe condições para liberar obra após casa rachar ao meio em SC

Segundo a Defesa Civil, a obra permanece embargada até que a empresa apresente um projeto de contenção do terreno localizado na rua Benjamin Constante. O prazo estabelecido vai até a próxima terça-feira (28).

Além disso, o município determinou que a construção só poderá ser retomada após a execução de um muro de contenção e a formalização de um acordo entre a empresa e a família, com documento assinado.

De acordo com o órgão, a empresa vem prestando assistência aos moradores desde o ocorrido.

Intervenção irregular agravou situação

Em nota oficial, a Defesa Civil informou que já havia sido acionada desde 2024, mas que, nas vistorias realizadas anteriormente, não havia risco identificado.

A situação mudou no último sábado (19), após uma intervenção considerada inadequada e não autorizada no terreno, o que teria provocado o agravamento dos danos.

Casa racha ao meio e família deixa imóvel às pressas em Blumenau

Uma família precisou deixar às pressas a própria casa após o imóvel apresentar rachaduras e parte da estrutura desabar no bairro Escola Agrícola.

O problema teria sido causado por uma escavação realizada em uma obra no terreno vizinho. Segundo a moradora, as rachaduras começaram no fim de semana e evoluíram rapidamente, chegando a dividir a casa ao meio.

Parte da estrutura cedeu nos fundos do imóvel, o que levou equipes técnicas a recomendarem a saída imediata dos moradores por risco de desabamento.

A família deixou a residência na segunda-feira (20) e busca um novo local para morar. A casa, construída no início dos anos 2000, acumulava mais de duas décadas de história.

Após o caso, a obra foi embargada pela prefeitura e a área segue isolada para evitar novos riscos.

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