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golpe do cartão clonado

Grupo responsável por prejuízo estimado de R$ 57 mil em golpes no Vale do Itajaí é preso em SP

Em 2020, membros do mesmo grupo foram presos em Blumenau, após causar um prejuízo estimado de R$ 57.800 em vítimas do município

• Atualizado

Olga Helena de Paula

Por Olga Helena de Paula

Foto: Polícia Civil/Divulgação.
Foto: Polícia Civil/Divulgação.

Na manhã desta quarta-feira (29), policiais civis deflagraram uma operação na cidade de São Paulo contra uma organização criminosa que praticava o “golpe do cartão clonado”. O objetivo era o cumprimento de 25 ordens judiciais, sendo 10 mandados de prisão temporária. Em 2020, membros do mesmo grupo foram presos em Blumenau, após causar um prejuízo estimado de R$ 57.800 em vítimas do município.

Crime em Blumenau

Em novembro de 2020, dois homens foram presos em flagrante em Blumenau pelo crime de estelionato, após aplicarem o golpe do cartão clonado. Apenas em dois dias na cidade, foi possível identificar que o grupo lesou, ao menos, nove vítimas, sem contar aquelas que não foram identificadas ou que sofreram o golpe, mas não registraram boletim de ocorrência. O prejuízo estimado é superior a R$ 57 mil.

Golpe do cartão clonado

O grupo criminoso realizava ligações telefônicas, geralmente para pessoas idosas, se passando por funcionários de instituições financeiras. Em seguida, questionavam sobre compras fictícias realizadas em grandes lojas. As vítimas, acreditando na versão dos criminosos, negavam qualquer tipo de transação. Elas eram informadas de que teriam que entregar o cartão com a senha a um “funcionário”, que iria passar no local para recolhê-lo. Após buscar o cartão, os criminosos realizam saques, transferências, pagamento de boletos, causando significativo prejuízo às vítimas.

Investigação

A Polícia Civil, após o emprego de diversas técnicas avançadas de investigação, conseguiu identificar 10 integrantes do grupo criminoso, todos moradores da cidade de São Paulo.

Foto: Polícia Civil/Divulgação.

Foram cumpridos até o momento 15 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão temporária, sendo aprendidos aparelhos celulares, computadores e dinheiro para continuidade das investigações. Os presos foram encaminhados até o Palácio da Polícia Civil de São Paulo, onde foram interrogados, ficando à disposição do Poder Judiciário.

Participaram da operação, policiais civis da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos – DRFR, da Divisão de Investigação Criminal – DIC e do Núcleo de Inteligência – NINT, com apoio da Delegacia de Capturas da Polícia Civil de São Paulo.

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