PF decide expulsar Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo
Eduardo vive nos Estados Unidos desde o ano passado
• Atualizado
A Polícia Federal (PF) decidiu expulsar o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) da corporação após concluir o Processo Administrativo Disciplinar (PAD). A informação foi confirmada por integrantes da corporação em condição de anonimato.
Eduardo vive nos Estados Unidos desde o ano passado sob a justificativa de uma suposta perseguição política. Ele foi alvo de um processo administrativo interno em razão da ausência ao posto de trabalho como escrivão da PF, no Rio de Janeiro. Com o entendimento da PF, a decisão de expulsão será oficializada pelo ministro da Justiça, Wellington César Lima.
Em junho, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado federal a 4 anos e 2 meses de prisão por coação à Justiça. A decisão, anunciada na terça-feira (16), também torna o ex-parlamentar inelegível pelos próximos oito anos.
PF decide expulsar Eduardo Bolsonaro
O ex-deputado foi considerado culpado de articular com autoridades norte-americanas medidas para punir o governo brasileiro e intimidar ministros responsáveis pelo julgamento de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado por tentativa de golpe de Estado. As ações incluíram a imposição de uma tarifa comercial e a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes.
Em meio aos casos no Brasil, Eduardo Bolsonaro conseguiu o green card norte-americano. O documento garante ao ex-deputado federal a permanência por prazo indeterminado nos Estados Unidos.
Matéria em atualização
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