Asteroide que passará próximo da Terra no sábado (27) poderá ser visto do Brasil?
O corpo rochoso foi descoberto em 5 de julho de 1997
• Atualizado
O asteroide denominado como (152637) 1997 NC1 deve passar próximo da Terra no sábado (27), segundo informado pela Agência Espacial Europeia (ESA).
A notícia pode ser até um pouco surpreendente, entretanto, de acordo com os especialistas não há nenhum risco de colisão com o planeta. Além disso, o Centro de Coordenação de Objetos Próximos da Terra da agência, revelou que a probabilidade de impacto é zero.
O corpo rochoso foi descoberto em 5 de julho de 1997, com um tamanho estimado entre 750 metros e 1,65 quilômetro de diâmetro. Ele estará mais próximo da Terra às 11h14 UTC (8h14 no horário de Brasília), a cerca de 2,56 milhões de quilômetros da superfície terrestre.
Conforme informado pela ESA, a trajetória do asteroide é conhecida pelos cientistas e a passagem não provocará alterações significativas na órbita devido à influência gravitacional da Terra. O monitoramento faz parte das ações de defesa planetária realizadas por agências espaciais para acompanhar corpos celestes que cruzam a vizinhança do planeta.
Será possível observar o asteroide do Brasil?
Segundo a Agência, a visibilidade do asteroide variará conforme a localização do observador. O corpo rochoso poderá ser acompanhado a partir de regiões do Hemisfério Norte durante a fase de aproximação à Terra, será visível em grande parte do planeta no momento de maior proximidade e, após a passagem, poderá ser observado principalmente a partir do Hemisfério Sul.
Além disso, o asteroide poderá até mesmo ser visto com pequenos telescópios ou até binóculos de maior potência em locais com céu escuro. No entanto, o brilho da Lua poderá dificultar a observação em algumas regiões.
Já no Brasil, o momento de maior aproximação ocorrerá às 8h14 (horário de Brasília), quando já será dia claro em praticamente todo o país.
O (152637) 1997 NC1 é classificado como um objeto próximo da Terra e sua passagem está entre as aproximações monitoradas regularmente por especialistas para avaliar potenciais riscos futuros, embora a atual não apresente qualquer ameaça ao planeta.
Com informações do SBT News
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