Torcida do São Paulo pressiona diretoria no CT
Organizada protesta no CT, cobra saída de dirigente e pressiona elenco após sequência irregular do São Paulo na temporada
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A manhã desta segunda-feira (20) foi marcada por tensão no CT da Barra Funda, centro de treinamento do São Paulo. Integrantes da principal torcida organizada do clube protestaram na entrada do local e cobraram mudanças imediatas na diretoria.
Durante o ato, os torcedores abordaram o presidente Harry Massis Júnior e exigiram a demissão do diretor executivo Rui Costa, apontado como responsável pelo momento instável da equipe.
“Tem que mandar quem contratou”, gritaram os manifestantes enquanto o dirigente ouvia as cobranças de dentro do carro.
Técnico é poupado por torcedores
Diferente da pressão sobre a diretoria, o técnico Roger Machado não foi alvo direto das críticas. Segundo líderes da organizada, o treinador é vítima de problemas estruturais e de planejamento do clube.
O grupo citou que outros técnicos recentes, como Crespo e Zubeldía, também sofreram com o mesmo cenário.
Após o protesto inicial, o clube autorizou a entrada de representantes da torcida para uma conversa direta com o elenco. A reunião aconteceu nas arquibancadas do CT, com a presença dos jogadores e supervisão do gerente esportivo Rafinha.
Desempenho irregular aumenta pressão
O protesto ocorre em meio à oscilação do São Paulo na temporada 2026. Nos últimos oito jogos, a equipe soma quatro derrotas, um empate e três vitórias, duas delas pela Copa Sul-Americana.
Apesar de ocupar a quarta colocação no Campeonato Brasileiro, com 20 pontos, o desempenho dentro de campo não tem agradado a torcida. A recente derrota de virada para o Vasco aumentou a pressão interna.
Para os torcedores, o momento exige um “choque de gestão”, com mudanças na diretoria, e não apenas a troca de treinadores.
Jogo decisivo pode definir futuro
O São Paulo volta a campo nesta terça-feira (21) para enfrentar o Juventude, no Morumbis, pela fase eliminatória da Copa do Brasil.
O confronto é tratado como decisivo e pode impactar diretamente a permanência de dirigentes e comissão técnica. Com o ambiente pressionado, o elenco entra em campo com a obrigação de vencer para aliviar a crise e evitar novos protestos.
*Texto com informações do SBT Sports
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