‘Não pode parar de governar porque é ano eleitoral’, diz presidente do PT sobre aumento do Bolsa Família dado por Lula
Presidente do PT, Edinho Silva falou sobre o aumento no bolsa família concedido pelo Governo Lula às vésperas das eleições
• Atualizado
Durante o evento de campanha de Lula, atual presidente e candidato à reeleição em 2026, em Florianópolis na manhã deste sábado (19), o atual presidente do PT, Edinho Silva, falou sobre a repercussão do aumento do bolsa família concedido por Lula na última quinta-feira (17).
Segundo Edinho, Lula, embora em campanha, não deixa de ser o atual presidente e minimiza o ato de Lula como uma possível medida eleitoreira.
“O presidente Lula está governando o Brasil. Ele não pode parar de governar o Brasil porque está em ano eleitoral. Ele repôs a inflação do período do Bolsa Família. Este seria o ato normal de qualquer presidente. Vamos continuar governando, ele não vai parar de cuidar da população brasileira porque é ano eleitoral. A legislação brasileira diz isso, quem é candidato a presidente e atual presidente, vai continuar governando o Brasil”, completou.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta quinta-feira (17), a poucos dias da eleição, um reajuste de 15,04% nos valores do Bolsa Família. O benefício mínimo pago às famílias cadastradas no programa passa de R$ 600 para R$ 691.
Já o pagamento médio do programa, que atualmente está em torno de R$ 675, passará para R$ 777. Isso porque o valor recebido por cada família pode ser diferente porque o Bolsa Família considera a composição familiar e prevê pagamentos adicionais para determinados grupos.
Por que o Bolsa Família foi reajustado?

Segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, o reajuste corresponde à reposição da inflação medida pelo INPC acumulada desde o início do programa até agosto. A atualização dos valores foi autorizada dentro do espaço fiscal do governo.
O benefício mínimo de R$ 600 estava em vigor desde 2022. O valor foi mantido após a retomada do Bolsa Família, em 2023, sem uma correção do piso desde então.
*Com informações do comunicador Pedro Corrêa
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