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RESGATE ANIMAL

Tamanduá sobrevive a ataque e é resgatado em Guaramirim

Após cerca de uma hora de tentativas, as equipes conseguiram realizar o resgate com o auxílio de uma escada

• Atualizado

Pedro Corrêa

Por Pedro Corrêa

Tamanduá sobrevive a ataque e é resgatado em Guaramirim | Divulgação / PMA
Tamanduá sobrevive a ataque e é resgatado em Guaramirim | Divulgação / PMA

Um tamanduá-mirim viveu dias de tensão e sobrevivência, em Guaramirim, no Norte de Santa Catarina após ser atacado por um cachorro e ficar preso no topo de uma árvore. Segundo a Polícia Militar Ambiental (PMA), o animal ficou sozinho por cerca de três dias, até ser finalmente resgatado.

A PMS informou que devido à altura da árvore e à posição do animal, a captura não foi simples. O tamanduá permaneceu no topo da árvore, o que, conforme a PMA, exigiu uma ação cuidadosa para evitar novas quedas ou agravamento dos ferimentos.

Após cerca de uma hora de tentativas, as equipes conseguiram realizar o resgate com o auxílio de uma escada do Corpo de Bombeiros Voluntários de Guaramirim.

Tamanduá foi encaminhado para atendimento

Após a captura, a PMA levou o tamanduá para uma clínica veterinária em Joinville. Segundo a PMA, o estado de saúde do animal exige cuidados, já que o tempo sem alimentação, aliado aos ferimentos e ao estresse, pode impactar sua recuperação.

Tamanduá-Mirim é uma espécie rara?

O SCC10 foi atrás de respostas para saber o comportamento do animal silvestre. Segundo a bióloga Juliana Silva, o tamanduá-mirim é um animal típico da fauna brasileira e desempenha papel fundamental no equilíbrio ambiental, especialmente no controle de insetos como formigas e cupins.

A bióloga explica que mesmo com garras fortes para defesa, o animal não é considerado agressivo e costuma fugir ou se esconder, como aconteceu neste caso.

O que fazer quando/se encontrar animal silvestre no quintal de casa?

A orientação é não entrar em contato com animal, nem deixar pets chegarem perto para segurança sanitária e física de todos. Depois de identificar a presença do animal, a orientação é ligar para a Polícia Ambiental (190), o Centro de Controle de Zoonoses do seu município, o corpo de bombeiros (193) ou a Secretaria Municipal de Saúde.

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