Funcionário do IML é preso por suspeita de furtar R$ 7 mil via Pix de homem morto
A denúncia do caso foi feita pela viúva da vítima, em 25 de maio
• Atualizado
Um funcionário do necrotério do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, no litoral de São Paulo, foi preso suspeito de realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 7 mil, para si mesmo, usando o celular de um morto. O homem é investigado pela Corregedoria da Polícia Civil.
A denúncia do caso foi feita pela viúva da vítima, em 25 de maio. De acordo com o boletim de ocorrência, enquanto ela procurava o banco para encerrar a conta do marido, acabou se deparando com a transferência realizada às 6h49 do dia 15 de maio, aproximadamente três horas após o homem ter sido encaminhado ao IML ao ser encontrado morto em uma via pública da cidade.
Funcionário do IML é preso por furtar R$ 7 mil
Segundo as informações, após verificar os dados do destinatário, a viúva constatou que o beneficiário era um funcionário do órgão responsável pelos serviços técnico-científicos da Polícia Civil.
O funcionário foi detido na última segunda-feira (8), após a Justiça de São Paulo expedir um mandado de prisão preventiva contra o suspeito. O investigado poderá responder pelos crimes de peculato (apropriação indevida no setor público), furto, fraude eletrônica e destruição de vestígios probatórios.
A Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC) informou, por meio de nota, que acompanha as investigações. Além disso, destacou que não tolera desvios de conduta, adotando medidas administrativas e disciplinares sempre que irregularidades são identificadas.
Com informações do SBT News
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