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Explosão de casos

Dengue: hidratação é palavra de ordem para infectados

Cerca de 33% dos pacientes atendidos no DF são encaminhados para o serviço de hidratação quando procuram atendimento

• Atualizado

Agência Brasil

Por Agência Brasil

Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil / Divulgação
Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil / Divulgação

Em meio à explosão de casos de dengue no Distrito Federal, a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, disse nesta quarta-feira (31) que a palavra de ordem neste momento precisa ser a hidratação de pacientes acometidos pela infecção. A titular da pasta no DF defendeu ainda que, aos primeiros sintomas da doença, os pacientes procurem atendimento médico.

“Estamos com nove tendas [para atendimento de casos suspeitos de dengue]. Temos unidades básicas de saúde que funcionam até as 22 horas. Temos unidades básicas de saúde que funcionam aos sábados e domingos. Entrando no site, temos todos os endereços. Peço à população do Distrito Federal: procurem aos primeiros sintomas: dor de cabeça, dor no corpo, febre, dor muscular. Não esperem manchas no corpo ou sinais de sangramento.”

“Estamos prontos e, se necessário for, ampliaremos os locais de atendimento. A palavra de ordem, repito, é hidratação”, reforçou a secretária, ao destacar que a dengue é uma arbovirose que exige trabalho conjunto de vários setores. Segundo ela, o serviço de limpeza urbana, o DF Legal, a Polícia Civil e a Polícia Militar, além das demais secretarias de governo, atuam juntos no combate ao mosquito.

  • Dengue hidratação é palavra de ordem para infectados
  • Dengue hidratação é palavra de ordem para infectados

“Pedimos, neste momento, que olhem para suas casas, vejam se há algum reservatório com água, algum terreno que possa estar com resíduo sólido ou descarte indevido de lixo, pneus, carcaças. Pedimos à população que nos ajude porque são batalhas e é uma guerra que é de todos nós”, disse.

Segundo Lucilene, o DF registra atualmente uma média de 1.500 atendimentos diários por tenda. Cerca de 33% desses pacientes são encaminhados para o serviço de hidratação das próprias tendas ou de unidades básicas de saúde. Além disso, 2% precisam de internação hospitalar e 0,2%, de maior atenção hospitalar.

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