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Desemprego e informalidade são maiores entre pessoas com deficiência, diz IBGE

Consequência é pobreza maior, com menos acesso à infraestrutura básica e conexão à internet

• Atualizado

SBT News

Por SBT News

“A menor remuneração das pessoas com deficiência aparece em todos os grupos de atividades”, diz o analista da pesquisa | Pixabay
“A menor remuneração das pessoas com deficiência aparece em todos os grupos de atividades”, diz o analista da pesquisa | Pixabay

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (21) pelo IBGE mostra que apenas 28,3% das pessoas com deficiência estão no mercado de trabalho, ou seja, menos da metade das pessoas sem deficiência. 66,3% das pessoas sem deficiência estão trabalhando, segundo os dados de 2019, data de aplicação da pesquisa Pessoas com deficiência e as desigualdades sociais no Brasil.

“Além de a taxa de participação das pessoas com deficiência ser bem menor do que a de pessoas sem deficiência, elas têm uma taxa de desocupação maior, que indica uma maior dificuldade em conseguir emprego. Isso pode ser causado por falta de acessibilidade da sua casa até o trabalho”, diz Leonardo Athias, analista do IBGE.

A taxa de desocupação era maior para pessoas com deficiência, com 10,3% delas. Pessoas sem deficiência, 9,0%.

Apenas 34,3% dos trabalhadores com deficiência têm vínculo formal

A taxa de formalização indica a forma de inserção no mercado de trabalho. Enquanto mais da metade (50,9%) das pessoas sem deficiência ocupadas estava empregada em postos formais, esse indicador era de 34,3% entre aqueles com deficiência. As pessoas com mais de uma deficiência tiveram um percentual ainda menor: 27,3%.

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