‘Não achei que fosse falta’, Trump admite pedido de revisão à Fifa após cartão vermelho em jogo dos EUA
O árbitro que aplicou a falta a Balogun foi o brasileiro Raphael Claus
• Atualizado
Nesta segunda-feira (6), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu que pediu ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, revisão do lance que resultou em um cartão vermelho para o jogador da seleção norte-americana, Folarin Balogun, durante o jogo dos EUA contra a Bósnia e Herzegovina.
Para Trump, que classificou o árbitro como “péssimo”, a falta marcada foi injusta.
“Tudo o que fiz foi pedir uma revisão, porque não achei que fosse falta”, disse o presidente norte-americano aos repórteres no Salão Oval. “Acho que a Fifa tomou uma decisão realmente brilhante”, afirmou.
Trump admite pedido de revisão à Fifa
O cartão vermelho levantado a Balogun ocorreu após o jogador atingir o defensor Tarik Muharemovic com as travas da chuteira, na partida que garantiu a vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina. Conforme previsto no regulamento, o atacante teria de cumprir suspensão automática de uma partida.
Entretanto, a Fifa resolveu suspender a aplicação da punição por um período probatório de um ano, tornando o jogador elegível para atuar nas oitavas de final.
Após a decisão da federação, diversas instituições do futebol mundial criticaram a medida e questionaram a possibilidade de interferência política, como foi o caso da União das Associações Europeias de Futebol (Uefa), Federação Belga de Futebol, a Federação Alemã de Futebol, além de técnicos como Thomas Tuchel, Rudi Garcia e o ex-presidente da Fifa Sepp Blatter.
O árbitro que aplicou a falta a Balogun foi o brasileiro Raphael Claus.
Com informações do SBT News
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