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INVESTIGAÇÃO

Professor é afastado após denúncia de assédio sexual contra aluna em SC

Caso é investigado pela Polícia Civil

• Atualizado

Sarah Falcão

Por Sarah Falcão

Foto: Canva/Ilustrativa
Foto: Canva/Ilustrativa

Um professor da rede estadual de ensino foi afastado após uma denúncia de assédio sexual envolvendo uma aluna em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina. O caso foi registrado no dia 16 de abril.

De acordo com a denúncia, o profissional teria tocado o seio de um estudante dentro da unidade escolar.

O que diz a Secretaria de Estado da Educação

Após receber as informações, a Secretaria de Estado da Educação (SED), por meio da Coordenadoria Regional de Educação (CRE) de Jaraguá do Sul, instaurou processo para apurar o caso.

Em nota, a secretaria informou que o professor foi afastado do cargo. Leia a nota completa:

“A Secretaria de Estado da Educação (SED), por meio da Coordenadoria Regional de Educação (CRE) de Jaraguá do Sul, informa que já instaurou processo para apurar o ocorrido e realizou todos os procedimentos cabíveis para o afastamento do profissional da rede estadual de ensino.

Importante destacar que, prontamente, as equipes do Núcleo de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às Violências na Escola (NEPRE) foram acionadas para fazer o acolhimento da estudante e o encaminhamento às redes de apoio.

A SED reitera o repúdio a qualquer tipo de violência praticada dentro ou fora das escolas estaduais de Santa Catarina. Por meio de ações educativas, a Secretaria busca promover a cultura de paz e combater as violências nas unidades.”

O caso também é investigado pela Polícia Civil de Santa Catarina. Em vídeo divulgado nas redes sociais, nesta quarta-feira (6), o delegado Augusto Brandão, da Delegacia de proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso de Jaraguá do Sul, informou que instaurou um procedimento para invstigar a denúncia.

O delegado afirmou que a conduta do professor pode configurar o crime de importunação sexual.

“Isso é crime, é importunação sexual. E caso a aluna seja abaixo de 14 anos, pode configurar estupro de vulnerável”, ressaltou.

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