Homem é condenado por matar companheira com 28 facadas após crise de ciúmes
A mulher, que tentou fugir das agressões, foi atingida em áreas fatais
• Atualizado
Após desferir 28 facadas contra sua companheira em um ataque brutal motivado por ciúmes, um homem foi condenado a 17 anos e seis meses de prisão pelo Tribunal do Júri de Criciúma. O crime aconteceu na noite de 15 de junho de 2024, no bairro Cristo Redentor.
A mulher, que tentou fugir das agressões, foi atingida em áreas fatais como a região torácica e abdominal, e acabou caindo perto da porta de saída da casa. O ataque, caracterizado por um motivo fútil, expôs a violência extrema do acusado, que agiu de forma desproporcional, sem qualquer justificativa.
O homicídio também foi qualificado pelo contexto de violência doméstica, uma vez que o casal vivia junto e tinha filhos. O condenado, que já se encontrava preso preventivamente, teve o direito de recorrer em liberdade negado.
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Um homem foi morto com extrema violência. O corpo foi encontrado com múltiplas lesões, incluindo ferimentos causados por pedras e madeira, além de marcas de pneu nas pernas e na barriga, indicando que também foi atropelado. Segundo testemunhas, ele foi linchado por um grupo de traficantes após ser acusado de estuprar uma menina de 7 anos. Até o momento, nenhum dos envolvidos foi identificado ou preso. O crime aconteceu no bairro Bandeirantes, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG), na noite de quinta-feira (20).
A violência sexual foi denunciada no último dia 12 de março. De acordo com o relato da criança à mãe, os abusos ocorriam quando a avó saía para trabalhar. O suspeito, que morava na mesma residência, também ameaçava a vítima e sua família para evitar a denúncia. Ao tomar conhecimento do crime, a avó afirmou que instalaria câmeras de segurança na casa, mas negou ter conhecimento dos abusos quando questionada pelos policiais.
Diante dos fatos, tanto a avó quanto o suspeito receberam voz de prisão, mas foram liberados posteriormente.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou o óbito, e a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) removeu o corpo para o Instituto Médico-Legal (IML). Em nota, a PCMG informou que a vítima do estupro foi encaminhada para atendimento médico e acompanhada por psicólogos. A corporação aguarda os laudos periciais para confirmar os abusos sofridos.
Histórico de denúncias contra o suspeito
Ainda conforme a PMMG, o homem já havia sido acusado de outro caso de estupro de vulnerável. Em 2017, uma ex-enteada do suspeito denunciou que sofreu abusos dele durante a infância. Segundo o relato da jovem, ela e a mãe também eram agredidas e ameaçadas de morte para que não revelassem os crimes.
A PCMG segue investigando a morte do homem e informou que, até o momento, nenhum suspeito foi preso pelo linchamento.
*Com informações de Metrópoles
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