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Drama sem fim

Drama e luto: família de Luciani enfrenta burocracia para liberar corpo em SC

A previsão é que a funerária faça o transporte até o Rio Grande do Sul no sábado (18)

• Atualizado

Pedro Corrêa

Por Pedro Corrêa

Drama e luto: família de Luciani enfrenta burocracia para liberar corpo em SC | Foto: reprodução/ Redes Sociais
Drama e luto: família de Luciani enfrenta burocracia para liberar corpo em SC | Foto: reprodução/ Redes Sociais

A dor do luto tem sido acompanhada por um desafio a mais para a família da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos. O irmão da vítima, Matheus, disse que precisou viajar até Brusque para começar os procedimentos burocráticos e conseguir liberar o corpo para sepultamento.

Segundo Matheus, os documentos pessoais de Luciani desapareceram junto com o crime. Conforme a legislação, para conseguir dar andamento à liberação, Matheus precisa emitir a Declaração de Óbito, registrar um Boletim de Ocorrência justificando a ausência dos documentos e, só então, solicitar a Certidão de Óbito em cartório.

A previsão é que a funerária faça o transporte até o Rio Grande do Sul, onde a família pretende realizar o sepultamento no sábado (18), na cidade de Canoas, cidade da vítima.

DNA confirma identidade de Luciani Aparecida Estivalet

A confirmação oficial da identidade veio por meio de exame de DNA realizado pela Polícia Científica. O material genético da família foi coletado no dia 12 de março, em Balneário Camboriú, e o resultado foi comunicado aos parentes nesta terça-feira (14).

Apesar de o corpo estar atualmente em Florianópolis, a liberação está sendo conduzida pela unidade de Brusque, responsável pela região onde os restos mortais foram localizados, em Major Gercino.

Novas partes do corpo são encontradas

A investigação também teve novos desdobramentos. Segundo a Polícia Civil (PC) que investiga o caso, Partes de um corpo foram encontradas em diferentes pontos do rio em Major Gercino.

Conforme a PC um pescador localizou o que seriam mãos humanas em um trecho mais distante. Pouco depois, um novo pacote foi encontrado e pode conter outras partes, possivelmente das pernas.

De acordo com o delegado responsável, a forte correnteza pode ter arrastado os fragmentos ao longo do rio. A Polícia Científica ainda realiza exames para confirmar se todo o material pertence à vítima.

Outro avanço no caso foi a localização da cachorrinha de Luciani, que estava desaparecida desde o crime. O animal foi encontrado circulando na região da Praia do Santinho, no norte da Ilha, em Florianópolis, e recolhido pela Diretoria de Bem-Estar Animal (DIBEA).

A expectativa é que a cachorrinha seja devolvida à família nos próximos dias. A Polícia Civil continua investigando o caso para entender as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis.

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