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Acusados de matar corretora gaúcha em SC viram réus

A corretora morava sozinha em Florianópolis e foi vista pela última vez na Praia do Santinho, no dia 5 de março

• Atualizado

Redação

Por Redação

Acusados de matar corretora gaúcha em SC viram réus | Foto: reprodução
Acusados de matar corretora gaúcha em SC viram réus | Foto: reprodução

As três pessoas acusadas de participar do roubo e da morte da corretora gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, em Florianópolis, se tornaram réus. A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).

O TJSC explica que a denúncia foi recebida pela 2ª Vara Criminal da comarca da Capital em relação aos três réus – duas mulheres e um homem, na qual já estão presos. Agora, os acusados estão sendo oficialmente comunicados de que viraram rés no processo e vão apresentar a primeira defesa.

Se não for preciso fazer novas investigações, o próximo passo será marcar as audiências, que devem acontecer em breve, dependendo da agenda do tribunal.

Relembre o caso

Luciani estava desaparecida desde o início de março. Segundo a investigação, ela teria sido morta entre os dias 4 e 5 de março. O corpo teria permanecido no apartamento da vítima até a madrugada do dia 7, quando foi retirado.

A corretora morava sozinha em um residencial em Florianópolis e foi vista pela última vez na Praia do Santinho, no dia 5 de março. A família registrou boletim de ocorrência no dia 9, após perder contato com ela.

O irmão da vítima, Matheus Estivalet Freitas, chegou a ir até o apartamento de Luciani, onde encontrou apenas os animais de estimação sozinhos, além de louças sujas e alimentos estragados.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou compras realizadas em nome da vítima em plataformas online. Os policiais localizaram um adolescente, vizinho de Luciani, retirando mercadorias adquiridas com os dados dela na região norte da Ilha de Santa Catarina.

Segundo a polícia, o irmão do adolescente, de 27 anos, era foragido do estado de São Paulo por um caso de latrocínio ocorrido em 2022. Ele e a companheira moravam em um apartamento vizinho ao da vítima.

A investigação também apontou o possível envolvimento da administradora do residencial, de 47 anos e parente dos proprietários do imóvel. Conforme a polícia, ela teria ligação com o casal investigado e estaria se beneficiando das compras feitas em nome de Luciani.

Pertences da vítima, como notebook, televisão e produtos comprados online, foram encontrados escondidos em um apartamento desocupado que estava sob responsabilidade da mulher investigada.

As partes do corpo de Luciani foram levadas até uma ponte na área rural de Major Gercino e jogadas em um rio, divididas em cinco pacotes diferentes, segundo a investigação da Polícia Civil.

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