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Alerta

Mais de 250 escorpiões são capturados em condomínio de SC

Vigilância pede apoio dos moradores para eliminar criadouros

• Atualizado

Redação

Por Redação

Mais de 250 escorpiões são capturados em condomínio de SC – Imagem: reprodução
Mais de 250 escorpiões são capturados em condomínio de SC – Imagem: reprodução

Um condomínio residencial no bairro Praia João Rosa, em Biguaçu, na Grande Florianópolis, entrou em alerta após a captura de 256 escorpiões durante ações da Vigilância em Saúde Ambiental e Zoonoses. A quantidade, considerada alta, foi identificada em diferentes etapas de monitoramento realizadas no local.

Ao todo, foram 109 escorpiões recolhidos em uma ação noturna, 32 durante vistorias realizadas ao longo do dia e 115 em uma nova captura noturna. A primeira operação ocorreu na noite de terça-feira (14). De acordo com a prefeitura, o acompanhamento continua e novas ações devem ser realizadas nos próximos dias para controlar a situação.

Apesar do grande número de escorpiões encontrados, até agora foi registrado apenas um caso de picada, envolvendo um cachorro. Não há ocorrências com pessoas, mas a equipe técnica segue avaliando medidas para reduzir riscos e conter a proliferação.

A Vigilância Ambiental reforça que o controle depende diretamente da colaboração dos moradores. Em áreas privadas, como casas e condomínios, a responsabilidade pela limpeza e eliminação de possíveis criadouros é dos proprietários ou administradores. Já em áreas públicas, a responsabilidade é do poder público municipal.

Como evitar a presença de escorpiões

A Secretaria de Saúde orienta a população a adotar cuidados simples para evitar a presença desses animais:

  • Manter os ambientes limpos e organizados;
  • Evitar acúmulo de lixo, entulhos e materiais sem uso;
  • Controlar baratas, que são o principal alimento dos escorpiões;
  • Vedar frestas em paredes, portas e rodapés;
  • Usar telas em ralos;
  • Evitar acúmulo de objetos próximos às paredes.

Segundo o órgão, ao encontrar um escorpião, o morador só deve tentar eliminar o animal se houver condições seguras, já que o risco de picada é alto. Nesse caso, a recomendação é utilizar um objeto rígido, de preferência pontiagudo, para perfurar o exoesqueleto, uma “casca” dura que protege o corpo do animal, sempre evitando qualquer contato direto. Nunca se deve manipular o escorpião com as mãos.

Em situações de dúvida ou em caso de acidente, a população pode entrar em contato com o Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox) pelo telefone 0800 643 5252, que oferece orientações imediatas. Se possível, levar o animal em um recipiente seguro ou registrar uma foto pode ajudar na identificação da espécie e na avaliação da gravidade do caso.

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