Roberto Azevedo

O jornalista Roberto Azevedo tem 39 anos de profissão, 17 deles dedicados ao colunismo político. Na carreira, dirigiu equipes em redações de jornal, TV, rádio e internet nos principais veículos de Santa Catarina.


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Reoxigenação do MDB

Chiodini assume o MDB em tempos de reconstrução

Deputado tem o desafio de renovar o partido

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Desde que presidiu a JPMDB, entre 2007 e 2009, o hoje deputado federal reeleito Carlos Chiodini persegue o objetivo de reoxigenar o comando do partido e terá, a partir de agora, a oportunidade de executar a estratégia com o ônus de redirecionar a maior sigla do Estado depois de desempenhos abaixo do esperado nas últimas três eleições, quando perdeu a forte participação no governo do Estado e nas prefeituras das maiores cidades catarinenses.

Nesta quinta (8), Chiodini foi confirmado o novo presidente de uma improvável situação na legenda, uma Comissão Provisória, com as bênçãos do presidente nacional, deputado Baleia Rossi (SP), e na presença do deputado federal eleito Valdir Cobalchini, em Brasília, bombeiros em uma consequência da saída do deputado federal Celso Maldaner do comando da sigla, após uma série de atropelos e tropeçadas praticados nas alianças eleitorais, além do fracasso no projeto político pessoal, que ele mesmo resumiu com uma frase: “fui exonerado pelas urnas”.

Serão sete integrantes no novo comando, que, além de Chiodini na presidência, inclui o deputado estadual Jerry Comper (tesoureiro), Cobalchini (secretário) e figuras para reforçar a união dos segmentos, a senadora Ivete Appel da Silveira, o deputado estadual Volnei Weber, a deputada estadual Ada de Luca e o deputado federal eleito Rafael Pezenti.

Reviravolta depois do resultado da última convenção

Chiodini é de Jaraguá do Sul e um escudeiro do ex-prefeito e agora deputado estadual eleito Antídio Lunelli, o que indica uma reviravolta a partir da última convenção que levou os emedebistas para compor com o governador Carlos Moisés (Republicanos), candidato à reeleição.

A manobra deve ser rotulada como uma aliança de alma, porque o corpo para angariar votos não entrou no jogo, certamente por uma preferência pelo 22, de Jair Bolsonaro, embora alguns poucos seguiram o caminho do 13, de Lula, nada mais do que uma repetição do MDB sendo o PMDB.

Chiodini falou em reacender a “essência do Manda Brasa”, com o era conhecido o MDB histórico, o que significa muito, mas muito trabalho pela frente. Toda esta movimentação interessa e muito ao governador eleito Jorginho Mello (PL), pois muda de mãos a interlocução sobre a participação da sigla na futura administração.

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