Joinville terá voo direto para Florianópolis; veja preço
Rota aérea ainda não tem data de início definida e tem passagem estimada em R$ 315 por trecho
• Atualizado
Joinville e Florianópolis terão uma ligação aérea direta dentro do programa de aviação regional do Governo de Santa Catarina. A passagem está estimada em R$ 315 por trecho, ou R$ 630 para ida e volta. A operação ainda não começou e a ordem de serviço está prevista para ser assinada na primeira quinzena de agosto. A Azul Conecta foi a única empresa que apresentou proposta para operar a rota.
O voo será direto, sem conexão, criando uma alternativa ao deslocamento pela BR-101. A frequência da ligação entre Joinville e Florianópolis ainda não foi informada.
A operação ainda depende da assinatura da ordem de serviço pelo Governo de Santa Catarina. O cronograma do programa prevê que o documento seja assinado na primeira quinzena de agosto.
A data do primeiro voo, no entanto, ainda não foi divulgada.
A passagem tem valor valor estimado em R$ 315 por trecho. Para quem fizer a viagem de ida e volta, o valor estimado é de R$ 630. O preço consta no processo de contratação do serviço e pode sofrer alterações na comercialização das passagens.
Quantos voos serão realizados?
O edital prevê 160 horas de voo por mês para as rotas incluídas no programa, totalizando 1.920 horas durante os 12 meses de contrato.
A quantidade de voos por semana entre Joinville e Florianópolis ainda não foi divulgada pelo Governo do Estado.
Quem vai operar?
A Azul Conecta foi a única empresa a apresentar proposta na concorrência eletrônica realizada pelo Governo de Santa Catarina.
O contrato prevê investimento de R$ 22,56 milhões para a operação das rotas durante 12 meses. O pagamento será feito por hora de voo, com recursos públicos destinados a viabilizar as ligações regionais.
Além do transporte de passageiros, os voos também deverão atender ao transporte de cargas.
Quais cidades terão voos para Florianópolis?
O programa estadual prevê ligações aéreas entre Florianópolis e nove municípios catarinenses. Além de Joinville, estão incluídos São Miguel do Oeste, Joaçaba, Caçador, Blumenau, Correia Pinto, Lages, Jaguaruna e Forquilhinha.
O modelo prevê subsídio do Estado para manter as rotas em operação em mercados onde a demanda não seja suficiente para sustentar o serviço sem apoio público.
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