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Reflexos além da política

Entidades opinam sobre votação de impeachment na Assembleia Legislativa

ACIF, FIESC, Fecomércio e FOTUR se pronunciaram

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Entidades opinam sobre votação de impeachment na Assembleia Legislativa
Deputado Julio Garcia, Presidente da ALESC. Foto: Solon Soares/Agência AL

Diferentes entidades de Santa Catarina se pronunciaram sobre a votação que ocorre nesta quarta-feira (17) e define o prosseguimento ou não do processo de impeachment contra o governador Carlos Moisés (PSL) e a vice-governadora Daniela Reinehr (sem partido).

A Associação Empresarial de Florianópolis (ACIF) disse que em caso de prosseguimento do processo, o vazio institucional vai prejudicar a recuperação econômica de Santa Catarina. Além disso, a Associação considera que a drástica medida tem viés essencialmente político, totalmente inoportuno neste momento tão conturbado. A ACIF também alerta que a combinação do caos econômico com um imbróglio institucional custará muito ao estado, contribuindo para a insegurança dos poderes e à evasão de investimentos.

Em nota a Fecomércio lamentou a situação em que o Estado se encontra, também disse acreditar na tomada de decisões, mas pede um desfecho rápido de todo o processo, pois isso pode impactar a economia de Santa Catarina.

Para a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), o processo não é bom para a economia. De acordo com a entidade, os setores públicos privados deveriam focar no enfrentamento da pandemia e na retomada da economia.

Já o Fórum de Turismo da Grande Florianópolis (FORTUR) também se pronunciou, se unido às manifestações de preocupação das entidades empresariais em relação ao futuro do Estado diante de um possível afastamento do governador. “Ainda que quaisquer denúncias devam ser rigorosamente apuradas pelos órgãos competentes, o Fortur entende que o momento para um julgamento político é inapropriado e até prejudicial à retomada da economia.
Por isso, as entidades que integram o Fórum de Turismo apelam ao Parlamento para que antes de uma decisão radical analisem as consequências que a instabilidade política pode provocar no ambiente de negócios, já afetado pela pandemia que ceifou milhares de postos de trabalho.”.

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