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CÃO ORELHA

Caso Orelha: Nikolas Ferreira cobra redução da maioridade penal após morte de cão em SC

Caso ocorrido em Florianópolis motivou manifestação do deputado nesta quarta-feira (28)

• Atualizado

Redação

Por Redação

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Foto: Reprodução/Redes Sociais

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) defendeu, nesta quarta-feira (28), a punição dos adolescentes acusados de envolvimento na morte do cão Orelha, que vivia havia cerca de dez anos na Praia Brava, em Florianópolis. As informações são do portal Metrópoles.

O posicionamento foi divulgado após a repercussão do caso e a acusação de envolvimento de quatro adolescentes na morte do cão.

Em declaração nas redes sociais, o parlamentar argumentou que a legislação atual impede a responsabilização criminal de menores de idade.

“Com 16 anos, com autorização dos pais, eles podem casar, podem trabalhar, podem votar, decidir o futuro da nação, têm diversos direitos, mas responder pelos seus atos, não. Então, se você olhar historicamente, a esquerda sempre ficou ao lado do menor de idade, mesmo quando ele era um criminoso, e nunca defendeu uma punição realmente severa para essas pessoas”, declarou o deputado.

No vídeo, ele também questionou seus seguidores sobre o posicionamento em relação ao caso do cão Orelha e indicou a defesa da redução da maioridade penal.

“Ou seja, você precisa escolher de que lado deseja ficar. Com 16 anos, hoje no Brasil, você praticamente tem salvo-conduto para fazer o que quiser, destruir a vida de quem quiser, e não vai acontecer absolutamente nada com você”, disse Nikolas.

O que se sabe sobre o caso Orelha

Por Danilo Duarte e Sofia Gonzalez

No início do mês, após desaparecer por dois dias, o cão comunitário Orelha reapareceu gravemente ferido. Ele foi resgatado e levado ao atendimento veterinário, mas, diante da gravidade das lesões e do sofrimento, precisou ser sacrificado. Exames e avaliações descartaram atropelamento e apontaram que os ferimentos foram causados por agressões.

Orelha viveu por cerca de 10 anos nos arredores da Praia Brava e era cuidado de forma coletiva pela comunidade. Moradores se revezavam na alimentação, limpeza das casinhas improvisadas, troca de cobertores e acompanhamento do dia a dia do animal, que se tornou parte da rotina do bairro.

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