Os 19 catarinenses presos em Brasília serão monitorados
Jorginho Mello determinou o acompanhamento e Décio Lima o contestou
• Atualizado
A Secretaria estadual de Articulação Nacional, em Brasília, acompanhará de perto a situação dos 19 catarinenses presos pelos atos de vandalismo registrados na capital federal no domingo (8), como determinou o governador Jorginho Mello (PL).
Eleito pela força de Jair Bolsonaro (PL) no Estado, Jorginho dá uma resposta aos simpatizantes o ex-presidente ao afirmar que “estamos acompanhando e monitorando a situação para tentar garantir o direito de cada um ao processo legal a que todos temos direito. Há muito desencontro de informações”.
O governador foi informado pelos advogados da Secretaria de Articulação Nacional que os detidos catarinenses estão sendo acusados pelos mesmos crimes: atos terroristas, associação criminosa, abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de Estado, ameaça, perseguição, incitação ao crime e dano ao patrimônio público.
Em outra frente, Jorginho está em contato com a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Santa Catarina, com a Procuradoria-Geral do Estado e também com a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Rosa Weber, na tentativa de que cada detido tenha avaliada a devida responsabilidade nos atos para se garantir o amplo direito de defesa.
Presidente do PT, Décio Lima rebateu a informação de Jorginho
Em uma reação imediata à publicação do governador nas redes sociais, o ex-deputado Décio Lima, que disputou o segundo turno com Jorginho, em 2022, contestou o monitoramento dos bolsonaristas catarinenses e afirmou que o ato iguala o chefe do Executivo catarinense aos que estão detidos.
A forte declaração, um verdadeiro terceiro turno, tem como pano de fundo a baderna provocada na Capital Federal:
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