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Luto no esporte

Morre ídolo do basquete brasileiro, Oscar Schmidt, aos 68 anos

Conhecido como "Mão Santa", Oscar viveu um dos períodos mais intensos da carreira na Europa

• Atualizado

Redação

Por Redação

Morre ídolo do basquete brasileiro, Oscar Schmidt, aos 68 anos | Foto: Divulgação/COB via SBT News
Morre ídolo do basquete brasileiro, Oscar Schmidt, aos 68 anos | Foto: Divulgação/COB via SBT News

O ídolo brasileiro de basquete Oscar Schmidt, morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. O ex-atleta havia sido hospitalizado após um passar mal. Até o momento, não se tem informações sobre a causa da morte.

Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro

Oscar Daniel Bezerra Schmidt nasceu em 1958, em Natal (RN), iniciando a trajetória no basquete aos 13 anos, em Brasília. A carreira decolou assim que se mudou para o Palmeiras em 1974, brilhando nas categorias de base. O atleta chegou a conquistar o bronze no Mundial de 1978 com a seleção principal, e em 1979, consolidou a importância no cenário nacional ao vencer o Mundial Interclubes pelo Sírio.

Conhecido como “Mão Santa”, Oscar viveu um dos períodos mais intensos da carreira na Europa, atuando por 11 temporadas na Itália, entre o Juvecaserta e o Pavia. O brasileiro tornou-se o primeiro jogador a ultrapassar os 10 mil pontos no campeonato italiano e estabelecer recordes históricos em quadra.

Carreira

Nas Olimpíadas, Schmidt participou cinco vezes, entre 1980 e 1996. O ex-atleta conquistou o título de maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos, tendo sido o maior pontuador em três edições diferentes (Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996).

Em 1988, ele estabeleceu recordes impressionantes que perduram, como a maior média de pontos e o maior número de pontos em uma única partida olímpica (55 contra a Espanha).

No ano de 1995, Oscar retornou ao Brasil para jogar em clubes como Corinthians, Mackenzie e Flamengo. Foi no clube carioca que Oscar alcançou a marca de 49.737 pontos, superando Kareem Abdul-Jabbar e tornando-se o maior cestinha da história do basquete mundial.

Ele se aposentou das quadras em 2003, deixando um legado de dedicação extrema e recordes que o colocaram definitivamente no Hall da Fama da modalidade.

Com informações do SBT News

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