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Saúde

FIFA monitora surto de Ebola às vésperas da Copa do Mundo de 2026

Entidade acompanha avanço da doença na República Democrática do Congo a menos de um mês do Mundial

• Atualizado

Roberto Gatti

Por Roberto Gatti

FIFA monitora surto de Ebola às vésperas da Copa do Mundo de 2026.| Foto: Reprodução SBT Sports / Divulgação
FIFA monitora surto de Ebola às vésperas da Copa do Mundo de 2026.| Foto: Reprodução SBT Sports / Divulgação

A FIFA intensificou o monitoramento do surto de Ebola registrado na República Democrática do Congo a menos de um mês para a Copa do Mundo. Segundo a entidade, há contato permanente com autoridades sanitárias dos Estados Unidos, México, Canadá e da Organização Mundial da Saúde (OMS)

Surto já soma mortes e centenas de casos

Dados das autoridades locais apontam:

  • 134 mortes;
  • cerca de 500 casos suspeitos.

O surto teve início na região leste do Congo e preocupa principalmente países vizinhos por conta do fluxo de viagens e relações comerciais.

Não há vacina para cepa atual

De acordo com a OMS, ainda não existe vacina nem tratamento disponível para a cepa Bundibugyo, responsável pelo atual avanço da doença.

A organização afirmou trabalhar para encontrar uma solução nos próximos dois meses apesar do alerta, a OMS reforçou que o cenário não se compara à pandemia de Covid-19 e que o risco global segue considerado baixo.

Participação do Congo não está ameaçada

A FIFA informou que acompanha o caso junto à Federação de Futebol da República Democrática do Congo e aos governos dos países-sede do Mundial.

Continuamos trabalhando com os governos dos três países-sede da Copa do Mundo FIFA 2026 […] para garantir um torneio seguro”, declarou a entidade.

Neste momento, a participação da seleção congolesa na Copa não corre risco.

A equipe está no Grupo K ao lado de:

Especialistas acompanham evolução da doença

Segundo especialistas, a cepa envolvida no atual surto é considerada rara, o que reduz o número de ferramentas disponíveis para contenção. Uganda, Sudão do Sul e Ruanda aparecem entre os países monitorados com maior atenção pelas autoridades internacionais de saúde.

*Texto com informações do SBT Sports

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