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VEJA O QUE ELES DISSERAM

Presos por morte em rope jump prestam depoimento

A vítima participava de uma atividade radical conhecida como "pêndulo humano"

• Atualizado

Redação

Por Redação

Presos por morte em rope jump prestam depoimento | Fotos: SBT News
Presos por morte em rope jump prestam depoimento | Fotos: SBT News

A prisão dos três homens envolvidos no salto de rope jump, que terminou com a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, no último sábado (13), em Limeira, no interior de São Paulo, foi convertida em preventiva pela Justiça. Confira o que os investigados disseram nos depoimentos, disponibilizados ao SBT.

A vítima participava de uma atividade radical conhecida como “pêndulo humano”, em que o praticante é lançado de uma grande altura preso por cordas de segurança. Porém, nas imagens registradas no momento revelam que Maria Eduarda foi lançada sem as cordas.

Depoimentos

O instrutor que auxiliou no lançamento da jovem, identificado como Vitor de Freitas, disse em depoimento prestado à polícia que não era o responsável por prender a corda naquele salto. Ainda no depoimento, acessado pelo SBT, o preso disse que quando é chamado para atuar, a checagem dos equipamentos já deveria ter sido concluída.

“Quando eu sou chamado já é para estar tudo ok”, revelou. Ao ser questionado se havia verificado a corda, o investigado respondeu que apenas deveria seguir sua função no procedimento.

O homem apontado como responsável pelo arremesso, Luís Felipe Feliciano, relatou no depoimento que não se lembra do que aconteceu nos instantes antes do salto. De acordo com ele, a conferência dos equipamentos costuma ser feita por mais de uma pessoa da equipe, mas não conseguiu esclarecer quem era o responsável direto pela checagem naquele momento.

Ainda conforme as informações acessadas pelo SBT, Eveline dos Santos, a terceira investigada disse que a equipe prestou socorro imediatamente após o acidente. Ela também afirmou que a modalidade não possui regulamentação específica no Brasil e, por isso, não exigiria autorização formal para a realização da atividade.

Os três continuam presos por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de provocar a morte. A investigação busca esclarecer como a vítima foi lançada sem estar conectada ao sistema de segurança.

Com informações do SBT News

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