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Proteção à Infância

Megaoperação contra abuso infantil resgata três crianças de SC

De acordo com a PF, as vítimas foram localizadas nas cidades de Imbituba, São José e Florianópolis.

• Atualizado

Pedro Corrêa

Por Pedro Corrêa

Megaoperação contra abuso infantil resgata três crianças de SC | Foto: Reprodução/PF
Megaoperação contra abuso infantil resgata três crianças de SC | Foto: Reprodução/PF

Uma operação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Civil de Santa Catarina resgatou de três crianças em Santa Catarina nesta terça-feira (28), vítimas de exploração sexual. A ação faz parte da Operação Proteção Integral IV, que ocorre em todo o país e também em outros 15 países.

De acordo com a PF, as vítimas foram localizadas nas cidades de Imbituba, São José e Florianópolis. As crianças foram resgatadas durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão relacionados a crimes de abuso sexual infantojuvenil.

Operação nacional cumpre mais de 150 mandados

Em todo o Brasil, a Operação Proteção Integral IV cumpriu 159 mandados de busca e apreensão e 16 mandados de prisão preventiva. Porém, segundo as autoridades, nenhuma das prisões ocorreu em Santa Catarina. Segundo a PF, no Sul do Brasil (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) o foco foi na identificação em quem produzia e distribuía os conteúdos criminosos.

A operação integra um esforço coordenado entre forças policiais nacionais e internacionais, com foco na identificação de suspeitos, coleta de provas e resgate de vítimas. O objetivo é desarticular redes criminosas que atuam na prática de crimes contra menores, especialmente no ambiente digital.

Operação contra abuso sexual de crianças e adolescentes

A operação em Santa Catarina é parte de uma força-tarefa nacional que até o momento já cumpriu 159 mandados de busca e apreensão e 16 de prisão preventiva.

A Operação Proteção Integral IV coordena ações nos demais 26 estados e no Distrito Federal, contando com uma rede de cooperação internacional que envolve outras 15 nações.

O papel da tecnologia e o alerta aos pais

Conforme a PF, a investigação mostrou que o aliciamento ocorre, na maioria das vezes em plataformas de jogos e redes sociais populares entre jovens. “A repressão é necessária, mas a vigilância dos pais no ambiente digital de Santa Catarina é a primeira barreira contra esses predadores”, afirma a corporação em nota.

A PF explica que as equipes utilizam softwares avançados de perícia forense digital para rastrear o compartilhamento de arquivos, mesmo em camadas mais profundas da internet, como a Deep Web. Em Santa Catarina, os equipamentos apreendidos (celulares, computadores e HDs) serão periciados em Florianópolis para identificar novas ramificações da rede criminosa.

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