Julho Amarelo foca na prevenção de hepatites virais
Doença crônica sem acompanhamento pode evoluir para cirrose e câncer de figado
• Atualizado
Julho amarelo é o mês dedicada á conscientização sobre hepatites virais, doenças silenciosas, que podem permanecer por anos no organismo. Durante o mês, diversas campanhas são realizadas, com especialistas reforçando a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento adequado.
A infectologista e médica cooperada da Unimed Chapecó, Dra. Ana Carolina Beheregaray, explica que as hepatites virais são inflamações do fígado causadas por vírus e podem ser classificadas em cinco tipos: A, B, C, D e E. Cada uma possui formas diferentes de transmissão, evolução e prevenção.
“Muitas pessoas convivem com a doença sem saber e só recebem o diagnóstico quando já existem complicações”, alerta a médica.
Conforme a Médica, no Brasil, as hepatites A, B e C são as mais frequentes. Já as infecções pelos vírus B, C e D podem se tornar crônicas e, sem acompanhamento, evoluir para problemas graves como cirrose e câncer de fígado.
Apesar dos riscos de complicações, a doença possui tratamento eficaz. Os medicamentos antivirais disponibilizados pelo SUS.
Diagnóstico precoce pode evitar complicações
Como as hepatites virais podem não apresentar sinais no início, a realização de exames é fundamental. O SUS oferece testes rápidos para hepatites B e C, permitindo identificar a infecção e iniciar o acompanhamento.
“Quanto antes o diagnóstico for realizado, maiores serão as possibilidades de preservar a saúde, prevenir complicações e salvar vidas”, destaca a Dra. Ana Carolina.
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