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Fazenda do Futuro

Anitta vira sócia de indústria de proteínas vegetais

A cantora prometeu trabalhar na gestão e no marketing da marca com propósito sustentável

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Anitta vira sócia de indústria de proteínas vegetais
Foto: Instagram/Reprodução

A cantora e empresária Anitta anunciou nesta quinta-feira (26), investimentos na startup Fazenda do Futuro, que fabrica proteínas a base de plantas e imitam o sabor da carne.

A startup brasileira foi avaliada em R$ 2,2 bilhões em sua última abertura para investidores em novembro do ano passado. O valor do aporte feito pela artista não foi divulgado.

O CEO da empresa, Marcos Leta, informou também em nota que Larissa de Macedo Machado, nome verdadeiro da nova investidora, permitirá a ampliação de projetos de marketing e o aumento da visibilidae da marca.

“Ela tem muitas conexões lá fora e, com certeza, vai ajudar a dar mais informações sobre plant-based”, disse Leta, dando a entender que a sócia também participará da gestão.

Anitta confirmou: “participarei da gestão dos negócios. Estou na Fazenda Futuro para somar e ajudar na democratização e crescimento da categoria no Brasil”.

Nosso país ainda é o maior mercado para a foodtech, que aposta em crescimento substancial porque lança linhas a partir de pesquisas: “nossos lançamentos são pedidos por consumidores que estão à procura de mais opções à base de plantas. Isso já é um grande sinal de como o mercado está se movimentando positivamente”, contou Leta.

De acordo com The Good Food Institute (GFI), os negócios plant-based evoluíram 7% em 2021. Essa ano, podem atingir US$ 10,9 bilhões em vendas no mundo todo.

Como a negociação aconteceu?

Anitta conta que em 2019, quando se interessou em estudar o planeta e formas menos agressivas ao meio ambiente de produzir alimentos, buscou opções de proteínas plant based. Foi quando conheceu a marca recém-criada, que logo passou a fornecer produtos para sua casa.

Em meados do ano passado, Leta teve a ideia: “falando dos calendários de eventos, eu comecei, junto com ela e seu time, a pensar em algo maior”.

Ela se interessou por causa da harmonia de propósitos das marcas. “Só participo e entro em parcerias daquilo que acredito e que fazem sentido para mim e com o meu discurso”, disse.

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