Justin e Hailey Bieber ameaçam processar tiktoker que chamou casamento de ‘abusivo’
Casados desde 2018, Hailey e Justin são pais de Jack Blues Bieber, de 1 ano
• Atualizado
Justin Bieber e Hailey Bieber ameaçaram processar por difamação a criadora de conteúdo Julie Theis, que viralizou no TikTok com vídeos em que descreve o casamento deles como abusivo.
Na terça-feira (13) um advogado do casal enviou uma notificação extrajudicial à criadora de conteúdo. De acordo com a Billboard, a carta afirma que as declarações “ultrajantes” da tiktoker são “falsas, inventadas e difamatórias“.
Justin e Hailey Bieber ameaçam processar tiktoker
Julie, que tem mais de 620 mil seguidores, alega ter formação na área da psicologia e publica vídeos com análises psicológicas de celebridades. Nos vídeos que incomodaram os Biebers, ela define o cantor como “abusivo” e a modelo e empresária como “uma mulher tolerante e codependente”.
Na notificação extrajudicial, o advogado do casal exige que Julie interrompa as alegações e retire os vídeos do ar, alertando: “Sua conduta imprudente, calculada e ilícita expõe você a milhões de dólares em responsabilidade civil”.
“Caso continue a praticar condutas ilícitas contra nossos clientes, incluindo as descritas nesta carta, e/ou não cumpra as exigências aqui contidas, meus clientes não terão outra opção senão proteger seus direitos e buscar recursos contra você”, diz a carta. “Você age por sua própria conta e risco. Aja de acordo”, conclui o texto.
Até o momento, Julie não removeu tais conteúdos. Em vez disso, na quinta-feira (15) ela publicou novos vídeos se defendendo e insistindo na análise da relação.
Em nota à Billboard, a influenciadora afirma: “Meu vídeo era claramente um comentário baseado em opinião sobre dinâmica de relacionamentos e poder. As tentativas de intimidar ou silenciar esse tipo de discurso são preocupantes, não apenas para os criadores, mas para o debate público como um todo”.
“Esta situação não se trata de difamação; trata-se de saber se vozes independentes têm permissão para expressar opiniões sobre figuras públicas e poderosas sem sofrerem pressão legal”, acrescentou ela. “É elitista tratar a discordância como algo que deva ser apagado. Discordar não é difamação, e comentários não deveriam exigir permissão” finaliza.
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