A operação foi feita após informações das forças policiais que indicavam uma casa onde seria ponto de comércio de drogas
Em conversa por mensagem, o suspeito teria oferecido R$ 3 mil a uma garota de programa para realizar o ato com um cachorro.
Os animais foram recolhidos e encaminhados ao Centro de Bem Estar Animal de Joinville.
A operação foi realizada após informações da Delegacia de Polícia do Continente, que investigava um delito de apropriação indébita
Durante a conversa com os policiais, o suspeito partiu para cima de sua ex-companheira e a agrediu com um tapa no rosto e em seguida disse que a mataria.
A mulher teria sido morta entre a noite do dia 22 de julho e a madrugada do dia 23 de julho de 2020; o corpo ainda não foi encontrado
Homem que já estava condenado a 26 anos vai responder processo investigatório
O objetivo da ação, feita em um conjunto habitacional, é o combate ao tráfico de drogas
Os investigados serão conduzidos para o Presídio Masculino da Capital, onde ficarão à disposição da Justiça.
O autor dos disparos foi identificado como policial militar da reserva.
O funcionário é suspeito de solicitar valores de empresas privadas para que estas pudessem fazer uso de alguns dos serviços prestados pela Casan.
Foram nomeados 112 escrivães de polícia e 87 agentes de polícia aprovados em concurso público de 2017
A vítima foi encontrada com o corpo em chamas, ela ainda se recupera de lesões gravíssimas e em decorrência dos disparos de arma de fogo que sofrera teve a perna direita amputada.
Os cães estavam presos em pequenos espaços, outros abandonados na rua e outros com lesões,
As pessoas que aparecem nas imagens já foram na Delegacia de Polícia e comprovaram inocência.
Os animais foram abandonados por seus donos há meses, e estavam em estado de desnutrição e sobrevivendo de comida dada por vizinhos.
O suspeito, de 55 anos, já tinha sido indiciado, em setembro de 2019, por outra violência sexual contra um adolescente de 13 anos
Eles tentariam transferir dois imóveis a terceiros usando documentos falsos da vítima.
Um delegado da Polícia Civil, acompanhado de quatro ou cinco policiais, entraram na casa sem mandado judicial para investigar um furto de quadros do artista tubaronense Willy Zumblick.
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