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assassinato

PM é preso por matar médico a tiros durante discussão em casa noturna

Câmeras de segurança da boate gravaram o assassinato; comando da PM abriu procedimento contra agente

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PM é preso por matar médico a tiros durante discussão em casa noturna
Vídeo mostra médico conversando com amigos e irmão | Foto: Reprodução/SBT Brasil

Um policial militar foi preso por matar um médico a tiros durante uma discussão em uma casa noturna, no interior do Maranhão. Bruno Calaça, de 23 anos, havia se formado há pouco mais de dez dias e comemorava no local com amigos e o irmão, William Calaça, que ainda tentou ajudá-lo.

Câmeras de segurança da boate gravaram o assassinato. As imagens são fortes e, em um primeiro momento, mostram o médico sentando no palco, conversando, depois de um show. No canto esquerdo do vídeo, três homens falam uns com os outros de forma exaltada. Depois, dois deles vão até o rapaz e começam uma discussão. Em seguida, um homem saca a arma e atira no peito esquerdo do médico, que cambaleia e cai no chão.

Bruno morreu antes da chegada dos socorristas. Relembrando o ocorrido, William afirmou: “Chegaram já levantando a camisa do meu irmão pra ver se ele tava armado. Um, acho que deu um murro. Meu irmão foi tentar empurrar assim, para trás, assustado, e o cara já atirou. O outro, que tava com ele, já chegou com a arma sacada, já tava segurando a arma por baixo da camisa”.

Quem aparece atirando no rapaz nas imagens é o soldado Adonias Sadda. Ele aproveitou o desespero dos clientes da boate para fugir. Os dois homens que estavam com o policail já foram identificados. São um pecuarista e um advogado. Eles prestaram depoimento, nessa terça-feira, na delegacia de Imperatriz (MA). Agora, o delegado aguarda os laudos do Instituto Médico Legal (IML) para concluir o inquérito e encaminhar à Justiça, o que deve acontecer até o final da semana.

O comando da Polícia Militar do Maranhão abriu um procedimento administrativo contra o soldado. “Em nível de PM é o procedimento administrativo para de imediato chegar à exclusão, além da disciplina pelo péssimo exemplo aos bons policiais que aqui servem”, disse o coronel Pedro Ribeiro. O corpo de Bruno foi levado à cidade de Porto Nacional, no Tocantins. O velório do médico foi marcado por comoção e revolta. “Eu quero Justiça, eu quero que prenda todos os culpados. Por favor. Por favor. Eu sei que não vai trazer meu filho de volta. Nunca na minha vida vai trazer meu filho de volta”, afirmou Arielia Calaça, mãe da vítima.

Ainda nas palavras dela, “esse homem, que eu não sei o nome, tirou o sonho dele, o sonho meu, o sonho do pai dele, o sonho de todo mundo de ver ele trabalhando”.

Veja reportagem do SBT Brasil:


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