Serra Catarinense recebe investimento de R$ 1 milhão para câmeras com reconhecimento facial
Diversas cidades da região estão instalando ou ampliando seus sistemas de videomonitoramento com tecnologia de reconhecimento facial
• Atualizado
A segurança pública na Serra Catarinense ganhará um reforço tecnológico significativo em 2026. Através de emendas parlamentares que somam R$ 1 milhão, destinadas pelo deputado estadual Marcius Machado, diversas cidades da região estão instalando ou ampliando seus sistemas de videomonitoramento com tecnologia de reconhecimento facial.
O projeto abrange várias frentes na região serrana, com recursos já empenhados ou em fase de licitação. Como polo regional, Lages soma o maior montante. Já foram aplicados R$ 220 mil em pontos como o distrito de Santa Terezinho do Salto, a antiga BR-2, em frente da UPA e Rodoviária.
Outros R$ 250 mil estão com licitação prestes a abrir, além de mais R$ 720 mil previstos em emendas para este ano.
Locais estratégicos e reconhecimento facial
Em Lages, pedidos de monitoramente incluem bairros como Penha, São Miguel, Loteamento Nadir, Vila Mariza e áreas de lazer, como quadras de jogos do campeonato amador, visando coibir brigas e confusões. O deputado Marcius Machado enfatizou que a exigência técnica para todos os novos equipamentos é o reconhecimento facial.
“Pedi que todas sejam com reconhecimento facial. Se não for, nem me traga uma câmera dessa. Precisamos reconhecer as pessoas para retirar de circulação quem está com mandado de prisão”, afirmou o deputado.
A tecnologia também deve auxiliar em casos de desaparecimentos e sequestros.
Operação e fiscalização
Toda a estrutura será operada e monitorada pela Polícia Militar de Santa Catarina, responsável pela guarda dos dados e pela pronta resposta a ocorrências. Além da segurança pública estrita, o sistema será utilizado para fins de fiscalização administrativa e ambiental.
As câmeras auxiliarão na identificação de pessoas que:
- Abandonarem animais em vias públicas;
- Realizarem o descarte inadequado de lixo;
- Praticarem atos de vandalismo em praças e logradouros.
O objetivo, segundo o projeto, é promover a ordem e a consciência coletiva, utilizando a tecnologia como ferramenta de apoio à convivência social e ao cumprimento de regras municipais.
Matéria em colaboração com Handerson Souza.
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