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Mulher sofre múltiplas fraturas após ser agredida com pá por vizinho em Cerro Negro

Vítima sofreu múltiplas fraturas e cortes profundos durante briga entre vizinhos

• Atualizado

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Por Rádio Clube

Mulher sofre múltiplas fraturas após ser agredida com pá por vizinho em Cerro Negro | Reprodução
Mulher sofre múltiplas fraturas após ser agredida com pá por vizinho em Cerro Negro | Reprodução

Uma discussão entre vizinhos terminou com uma mulher gravemente ferida na localidade de Cerro Negro, na Serra Catarinense. A vítima foi atingida por vários golpes de pá, concentrados principalmente na região do rosto, e precisou de atendimento médico urgente.

A Polícia Militar foi acionada e encontrou a mulher caída ao lado de sua residência. Devido à gravidade do quadro clínico, ela foi socorrida e encaminhada inicialmente ao hospital de Campo Belo do Sul. Após uma avaliação preliminar, a paciente foi transferida para uma unidade hospitalar em Lages para a realização de exames especializados e procedimentos cirúrgicos.

De acordo com o relatório médico, a vítima sofreu:

  • Cortes profundos e múltiplas fraturas na face;
  • Fratura no braço;
  • Hemorragias internas.

Em função do estado de saúde delicado, os investigadores informaram que ainda não foi possível colher o depoimento oficial da mulher.

Mulher sofre múltiplas fraturas após ser agredida com pá por vizinho em Cerro Negro; procedimentos policiais

Segundo informações apuradas no local, o agressor seria um vizinho da vítima. Após uma discussão, ele teria utilizado a ferramenta de trabalho para desferir os golpes e, em seguida, fugiu. A Polícia Militar apreendeu a pá utilizada no crime e realizou buscas em toda a região, mas o suspeito ainda não foi localizado.

A Polícia Civil de Santa Catarina já iniciou o inquérito para apurar as motivações da briga e formalizar o boletim de ocorrência por tentativa de homicídio ou lesão corporal grave, dependendo da tipificação jurídica final.

As autoridades solicitam que qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito seja repassada de forma anônima via 190 (Polícia Militar) ou 181 (Polícia Civil). O caso segue sob investigação, e perícias complementares devem ser realizadas no local da agressão para auxiliar no esclarecimento dos fatos.

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