Estado intervém no Presídio de Lages após prisão de diretor
Secretaria de Justiça reagiu à operação do GAECO e instaurou comissão para auditar a administração da unidade em Lages
• Atualizado
A Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social (Sejuri) manifestou-se oficialmente sobre a Operação Carne Fraca, deflagrada nesta quinta-feira (26) pelo Ministério Público de Santa Catarina. Em nota à imprensa, a pasta confirmou o afastamento imediato do diretor do Presídio Masculino de Lages e o início de uma auditoria interna.
A Sejuri informou que acompanhou o cumprimento dos mandados judiciais e que, conforme decisão do Poder Judiciário, o policial penal investigado foi retirado de suas funções. A secretaria enfatizou que “não compactua com qualquer desvio de conduta por parte de seus servidores” e que busca manter a transparência e integridade do sistema prisional.
Intervenção no Presídio Masculino de Lages
Além do afastamento, a Secretaria anunciou uma medida administrativa profunda para a unidade de Lages:
- Instalação da CIPA: Foi instaurada uma Comissão de Intervenção Prisional Administrativa.
- Objetivo: Investigar todas as áreas da administração da unidade.
- Protocolos: Garantir que as normas e protocolos institucionais sejam seguidos fielmente após as denúncias de favorecimento.
Colaboração com a Justiça
A Sejuri reiterou que permanece à disposição do GAECO e do GEAC para colaborar com as investigações em curso. A pasta garantiu que adotará todas as medidas administrativas cabíveis no âmbito de sua competência para apurar a responsabilidade funcional do servidor detido.
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