Ratinho Jr. revela plano para quando deixar o governo
A decisão de não entrar na corrida presidencial já vinha sendo sinalizada nos bastidores, mas agora o governador deixou claro
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O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), publicou uma nota oficial nesta segunda-feira (23), que não vai disputar a Presidência da República. Governador o Paraná desde 2019, o empresário que tem carreira sólida na política já definiu o próximo passo da trajetória profissional: o retorno ao setor privado.
Segundo o próprio governador publicou, ao encerrar seu mandato em dezembro, ele deve assumir a presidência do Grupo Massa, conglomerado de comunicação fundado por seu pai, o apresentador Carlos Massa, conhecido nacionalmente como Ratinho.
Ratinho Júnior se dedicará aos negócios
A decisão de não entrar na corrida presidencial já vinha sendo sinalizada nos bastidores, mas agora o governador deixou claro. Ratinho Jr. afirmou que pretende encerrar este ciclo na vida pública e se dedicar à gestão empresarial.
O retorno ao setor privado marca uma mudança significativa na carreira do governador, que construiu sua trajetória política nos últimos anos, passando por cargos legislativos e pelo comando do governo estadual.
Grupo Massa será próximo destino
O Grupo Massa é um dos principais meios de comunicação do Paraná, com atuação em televisão, rádio e plataformas digitais. A empresa foi criada por Carlos Massa e tem forte presença regional, especialmente com emissoras afiliadas ao SBT.
A expectativa é que Ratinho Jr. assuma um papel estratégico na condução do grupo, focando em expandir e modernizar os negócios. Com isso, o governador sinaliza uma transição planejada para o setor empresarial, retomando as origens familiares e assumindo protagonismo na gestão do grupo de comunicação fundado por seu pai.
Trajetória política
Ratinho Júnior se tornou governador do Paraná em 2019, sendo reeleito, com quase 70% dos votos em 2022. Como saldo de gestão, o governador tem 85% de aprovação no Estado, que lidera também o ranking de educação no Brasil.
Porém, a desistência da candidatura não é um adeus. O governador disse, em nota, que continuará à disposição do PSD, para, segundo ele “ajudar o Brasil virar a página do atraso, criar perspectivas mais otimistas para os jovens, ser destravado com menos burocracia, endurecimento de leis criminais e tenha o agronegócio brasileiro como trunfo na competição global entre nações”, afirma.
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