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Geopolítica

Maduro se declara inocente em audiência após ser detido pela Justiça dos EUA

Presidente da Venezuela negou as acusações em audiência nos EUA após ser detido e afirmou desconhecer o processo judicial

• Atualizado

Redação

Por Redação

Maduro se declara inocente em audiência após ser detido pela Justiça dos EUA. | Foto: Reprodução/Reuters/Divulgação / SBT News
Maduro se declara inocente em audiência após ser detido pela Justiça dos EUA. | Foto: Reprodução/Reuters/Divulgação / SBT News

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, negou as acusações que pesam contra ele durante uma audiência na Justiça dos Estados Unidos. Ao ser questionado pelo juiz, Maduro afirmou ser inocente e declarou que teria sido capturado ilegalmente pelo governo norte-americano.

Durante a sessão, o magistrado perguntou se o venezuelano tinha conhecimento do processo. Maduro respondeu que não. Em seguida, foi informado de que o tribunal poderia fazer a leitura formal das acusações, mas optou por ler pessoalmente o conteúdo da denúncia.

Maduro se declara inocente

Ao chegar ao tribunal, Maduro se identificou como presidente da República da Venezuela. Ele foi detido no sábado (4) e encaminhado ao Centro de Detenção Metropolitano (MDC), no Brooklyn, em Nova York, unidade conhecida por abrigar presos considerados de alta periculosidade.

A esposa de Maduro, Cilia Flores, também disse ser inocente dos crimes investigados.

Segundo documentos divulgados pelas autoridades americanas, Maduro é acusado de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, além de conspiração para uso de armamento pesado contra os Estados Unidos.

Além do presidente venezuelano, outras cinco pessoas foram indiciadas no mesmo processo, incluindo a esposa, o filho do casal, conhecido como “Nicolasito”, e três integrantes do alto escalão do governo da Venezuela. Entre eles estão Diosdado Cabello, o ex-ministro Ramón Rodríguez Chacín e Héctor Rusthenford Guerrero Flores, apontado como líder do grupo criminoso Tren de Aragua.

A ação foi assinada pelo procurador Jay Clayton e divulgada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

*Texto com informações do SBT News

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