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Lula defende 2026 como “ano da verdade”

Lula defende que 2026 seja “ano da verdade”, cobra reação contra mentiras nas redes e inaugura centro de emergências no RJ

• Atualizado

Roberto Gatti

Por Roberto Gatti

Lula defende 2026 como “ano da verdade”.| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Lula defende 2026 como “ano da verdade”.| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo (15) que 2026 deve ser “o ano da verdade” e declarou que é “obrigação” dos brasileiros combater a disseminação de mentiras, especialmente nas redes sociais. A declaração ocorreu durante a inauguração do Centro de Emergências 24 horas do Hospital Federal Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

Discurso sobre “verdade” e redes sociais

Sem citar diretamente a disputa eleitoral, Lula afirmou que a população deve comparar o “antes e depois” de seu governo para confrontar informações falsas.

Vocês agora têm a obrigação de transformar 2026 no ano da verdade. Quem mentir, vocês têm que desmascarar. Vocês não podem ver uma mentira no celular e deixar barato”, disse o presidente.

Segundo Lula, o país vive um momento de reencontro e a verdade deve prevalecer sobre narrativas falsas.

Investimentos na saúde

A entrega do Centro de Emergências 24 horas faz parte do processo de modernização do Hospital Federal Cardoso Fontes. O Governo Federal informou que foram investidos R$ 100 milhões na unidade. Além disso, o hospital receberá cerca de R$ 610 milhões anuais para custeio de serviços de média e alta complexidade.

Lula na Sapucaí

Na noite deste domingo (15), o presidente deve comparecer à Marquês de Sapucaí para acompanhar o desfile da escola Acadêmicos de Niterói.

A agremiação apresenta o samba-enredo em homenagem ao presidente: “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”.

A homenagem foi alvo de questionamentos da oposição no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Partidos ingressaram com pedidos de liminar para barrar o desfile sob alegação de propaganda eleitoral antecipada, mas os ministros rejeitaram as ações por unanimidade, entendendo que não é possível caracterizar irregularidade antes da realização do fato.

*Texto com informações do SBT News

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