Política Compartilhar
Indenização

Após ofensas de Erika Hilton, Júlia Zanatta pede R$ 5 milhões em indenização

Segundo a denúncia, Zanatta afirma ter sido alvo de comentários como "você não tem respeito, você é ridícula, você é feia"

• Atualizado

Redação

Por Redação

Imagem: Redes sociais
Imagem: Redes sociais

Nesta quarta-feira (24), a Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu uma notícia-crime contra a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) por supostas ofensas dirigidas a Júlia Zanatta (PL-SC) durante uma sessão na Câmara no início de junho.

Segundo a denúncia, Júlia Zanatta afirma ter sido alvo de comentários como “você não tem respeito, você é ridícula, você é feia”. A deputada do PL solicitou uma indenização de R$ 5 milhões por danos morais. Agora, cabe ao procurador-geral Paulo Gonet Branco decidir quais medidas serão adotadas em relação ao caso.

Anteriormente, em 12 de junho, Hilton havia acionado o Ministério Público Federal buscando o mesmo valor em indenização, alegando ter sido vítima de transfobia. Na ocasião, em defesa de sua colega, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) declarou à deputada do PSOL: “Pelo menos, ela é ela”. A parlamentar também solicitou uma investigação sobre o incidente.

*Com informações de Sbt News

Leia também

Carla Zambelli será investigada por envolvimento em tentativa de golpe de estado

Por Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quarta-feira (24) a abertura de nova investigação contra a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). A investigação vai apurar o suposto envolvimento da parlamentar na tentativa de golpe de Estado para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder após as eleições de 2022.

De acordo com a Polícia Federal (PF), que fez o pedido de investigação ao Supremo, a corporação pretende apurar se Zambelli intermediou a viagem de uma influenciadora digital à Espanha para encontrar o general Hugo Carvajal, ex-chefe do serviço de inteligência da Venezuela. Considerado aliado do ex-presidente Hugo Chavez, Carvajal foi preso em 2021 no país europeu.

O objetivo da viagem seria colher informações sobre o suposto financiamento da Venezuela a governos de esquerda, incluindo o Brasil, para montar uma narrativa para descredibilizar o resultado das eleições de 2022. A viagem foi citada em um dos depoimentos prestados à PF pelo ex-ministro da Justiça Anderson Torres, que também é investigado no inquérito do STF que apura os atos golpistas de janeiro de 2023.

Em nota, a assessoria de Carla Zambelli declarou que a deputada ainda não tomou conhecimento da investigação, mas está à disposição para prestar esclarecimentos. “A parlamentar somente poderá se manifestar após ter acesso aos autos, mas estará à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos”, diz nota.

Zambelli também é alvo das ações penais no Supremo pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e por perseguir um homem com arma durante as eleições de 2022.

>> Para mais notícias, siga o SCC10 no TwitterInstagram e Facebook.

Quer receber notícias no seu whatsapp?

EU QUERO

Ao entrar você esta ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.

Fale Conosco
Receba NOTÍCIAS
Posso Ajudar? ×

    Este site é protegido por reCAPTCHA e Google
    Política de Privacidade e Termos de Serviço se aplicam.