PCSC mira golpes do falso advogado e falsa central bancária
As ações ocorreram em cidades de Santa Catarina e São Paulo
• Atualizado
A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, nesta quinta-feira (5), duas operações simultâneas para combater grupos criminosos suspeitos de aplicar fraudes eletrônicas conhecidas como “golpe do falso advogado” e “golpe da falsa central de segurança bancária”. As ações ocorreram em cidades de Santa Catarina e São Paulo.
As investigações são conduzidas pela Delegacia de Combate a Estelionatos do Departamento de Investigações Criminais da Capital, unidade ligada à Delegacia de Combate a Estelionatos do DIC de Florianópolis, com apoio da Polícia Civil de São Paulo.
Durante a operação, foram cumpridos oito mandados de busca domiciliar e um mandado de prisão temporária nas cidades de São Paulo, Taboão da Serra e Água Doce.
Investigações começaram após vítimas em Florianópolis
De acordo com a Polícia Civil, as investigações tiveram início em abril de 2025 após o registro de ocorrências em Florianópolis. As vítimas relataram ter sofrido prejuízos financeiros significativos após serem enganadas pelos criminosos.
No chamado golpe da falsa central bancária, os suspeitos entram em contato com a vítima se passando por funcionários do setor de segurança de instituições financeiras. Durante a ligação, alegam que há movimentações suspeitas na conta e orientam a vítima a realizar transferências ou outras operações sob o pretexto de “proteger” o dinheiro.
Em um dos casos investigados pela polícia, uma vítima teve prejuízo aproximado de R$ 93 mil após seguir as orientações dos golpistas.
Golpe do falso advogado também está na mira
Outro esquema investigado é o chamado golpe do falso advogado, no qual criminosos entram em contato com vítimas afirmando representar escritórios de advocacia ou profissionais da área jurídica. Eles informam sobre supostos valores a receber em processos judiciais e solicitam pagamentos antecipados para liberação do dinheiro.
Segundo a Polícia Civil, as diligências continuam para identificar outros integrantes do grupo e possíveis vítimas das fraudes eletrônicas.
A corporação alerta que instituições bancárias e escritórios de advocacia não solicitam transferências ou pagamentos para liberar valores ou “proteger” contas, orientando a população a desconfiar de contatos telefônicos ou mensagens com esse tipo de abordagem.
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