Encontro por aplicativo termina em cárcere privado, facada e prisão em Florianópolis
O caso ocorreu no Norte da Ilha, teve reviravoltas e é investigado pela Polícia Civil
• Atualizado
Um encontro por aplicativo entre turistas estrangeiros terminou com um homem ferido a facada, prisão e denúncia por cárcere privado nesta quarta-feira (21). Segundo a PM, o fato ocorreu no Norte da Ilha e foi tratado inicialmente como lesão corporal, porém, após a investigação, perceberam que era algo mais grave.
Segundo a PM, a guarnição foi acionada após a informação de que um homem havia sido agredido dentro de um apartamento. No primeiro contato com os policiais, a vítima relatou que havia marcado um encontro por meio de um aplicativo de relacionamento. Conforme o depoimento inicial, durante o encontro o parceiro passou a apresentar comportamento agressivo e, em seguida, surgiram outras pessoas no local, e foi neste momento em que ocorreram agressões físicas. O serviço de atendimento médico foi acionado e o homem recebeu os primeiros cuidados em razão das lesões.
Reviravolta
Com o avanço das investigações, a partir de informações repassadas pelo Hospital Governador Celso Ramos, as autoridades constataram que a situação foi mais complexa do que o relato inicial indicava. Conforme a apuração, após o encontro no apartamento, o homem atendido inicialmente teria passado a agir de forma violenta, supostamente sob efeito de entorpecentes.
Ainda de acordo com as informações, ele teria ameaçado a outra vítima com uma faca e a mantido trancada em um quarto, impedindo sua saída do local. Durante o período em que permaneceu preso, o homem conseguiu utilizar o celular para compartilhar a localização com familiares e amigos, pedindo ajuda.
Tentativa de resgate terminou em luta corporal
Ao chegarem ao apartamento para prestar auxílio, familiares e amigos tentaram resgatar a vítima. No entanto, houve luta corporal entre os envolvidos, momento em que um dos familiares acabou ferido por golpe de arma branca.
A vítima atingida foi socorrida e levada inicialmente a uma unidade de saúde do Norte da Ilha, sendo posteriormente transferida para o Hospital Governador Celso Ramos, onde recebeu atendimento especializado.
A Polícia Civil investiga o caso.
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