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Mais tempo em casa

Isolamento social impulsiona vendas no comércio varejista

No mês de agosto, o aumento foi de 36,3% em relação ao mesmo período de 2019

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Isolamento social impulsiona vendas no comércio varejista
Foto: Freepik

O volume de vendas no comércio varejista cresceu em agosto, se comparado a julho, de acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Essa alta nas vendas, em plena pandemia, certamente tem relação com o isolamento social.

Pessoas como a dona Teresa compraram vários eletrodomésticos para se adaptar a esse novo normal. “Eu comprei um ferro elétrico, máquina de lavar roupa, uma fritadeira elétrica e um aspirador robô. Pelo fato de eu ser do grupo de risco eu tive que dispensar minha faxineira”, explica.

Teresa Braga, dona de casa

A mudança de comportamento, por conta do home office, fez muitas pessoas passarem mais tempo na própria casa e por isso decidiram investir em conforto e praticidade. O mês de agosto registrou crescimento de 36,3% em relação ao mesmo período de 2019, segundo a pesquisa feita pelo IBGE.

O especialista em gestão de negócios do SENAC, André Carvalho explica esse impacto nas vendas. “As pessoas com o fator do isolamento social precisaram se adaptar a uma nova rotina em primeiro momento no caso do home office, por exemplo utilizaram o que tinham de imobiliário, mas esse processo se estendeu e foi preciso melhorar essa adaptação, como uma cadeira de trabalho e não de estar, computadores, materiais que adaptassem o ambiente doméstico para ambiente de trabalho”.

A pesquisa do IBGE mostra ainda que o mês de agosto fechou com 3,4% a mais no volume de vendas do comércio varejista em comparação a julho, que já tinha crescido 5%. Isso no auge da pandemia, números que devem estabilizar daqui pra frente.

“Nós sabemos que entre março e maio houve uma retração significativa em diversos setores. Muitas coisas que as pessoas precisavam comprar foram deixadas para depois, uma demanda reprimida. Que agora as pessoas começam a comprar, por sentir mais segurança e estão mais dispostas a fazer a compra, o que reflete numa melhora dos números. Mas é muito possível que esses números estabilizem em comparação ao ano passado”, conclui Carvalho.

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