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Desemprego diminui 9,8% em maio e marca os 10,6 milhões

A diminuição foi de 1,4 milhão de pessoas frente ao trimestre anterior

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• Atualizado

Foto: Mauricio Vieira/Secom
Foto: Mauricio Vieira/Secom

O desemprego diminuiu 9,8% no Brasil no trimestre encerrado, em maio, segundo balanço divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (30). Com a redução, 10,6 milhões de brasileiros seguem sem trabalho – a diminuição foi de 1,4 milhão de pessoas frente ao trimestre anterior.

A redução é a menor taxa registrada na comparação de três meses desde janeiro de 2016. À época, a marca foi de 9,6%. Em relação a trimestres encerrados em maio, o valor é o menor desde o período encerrado em 2015, quando o desemprego marcou os 8,3%. 

O número de pessoas ocupadas bateu o recorde da séria histórica, iniciada pelo IBGE em 2012, e atingiu os 97,5 milhões. Foi uma alta de 2,4% – mais de 2,3 milhões. Desses, o número de empregados com carteira cresceu 2,8% – um total de 35,6 milhões de pessoas.

Já os empregados sem carteira foram o maior da série histórica: 12,8 milhões de pessoas. Um aumento de 523 mil (4,3%) em relação ao trimestre anterior. A cifra é 4,3% maior em relação ao trimestre anterior e 23,6% no ano. Ao mesmo tempo, o número de trabalhadores por conta própria manteve-se estável e atingiu 25,7 milhões.

Outros dados

A população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas (6,6 milhões), por sua vez, ficou estável ante o trimestre anterior e caiu 11,1% no ano. Já o número de pessoas fora da força de trabalho chegou a 64,8 milhões, cifra 0,8% inferior à do trimestre passado e 4,7% na comparação anual. Em relação à taxa de informalidade, o número chegou a 39,1 milhões de trabalhadores.

O rendimento real habitual (R$ 2.613) ficou estável frente ao trimestre anterior e caiu 7,2% no ano. A massa de rendimento (R$ 249,8 bilhões) cresceu 3,2% frente ao trimestre anterior e 3,0% na comparação anual.

Frente ao último trimestre, houve aumento na categoria de Transporte, armazenagem e correio (6,1%, ou mais R$ 146), e redução nos grupamentos de Indústria (6,9%, ou menos R$ 184), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (7,1%, ou menos R$ 283) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (13,3%, ou menos R$ 567).

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