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RECONHECIMENTO

Após solidariedade nas enchentes, Luciano Hang vira estátua em Gramado

O empresário estará ao lado de artistas, líderes e personalidades que marcaram época

• Atualizado

Pedro Corrêa

Por Pedro Corrêa

Após solidariedade nas enchentes, Luciano Hang vira estátua em Gramado | Foto: Leonel Lorensi | Rádio Massa Gramado
Após solidariedade nas enchentes, Luciano Hang vira estátua em Gramado | Foto: Leonel Lorensi | Rádio Massa Gramado

O empresário catarinense Luciano Hang ganhou, na noite desta sexta-feira (28), um novo endereço simbólico: uma versão dele mesmo, em tamanho real, agora habita o Museu de Cera de Gramado, na Serra Gaúcha. A réplica fiel, detalhada da cabeça aos pés, foi inaugurada como homenagem pelo apoio que o empresário prestou ao Rio Grande do Sul durante as enchentes históricas de abril e maio de 2024.

No salão onde estão artistas, líderes e personalidades que marcaram época, Hang passa a dividir espaço como alguém que representou, na prática, o espírito de união em um momento em que o estado mais precisou.

Emocionado, Luciano agradeceu a homenagem. De forma simples e bem-humorada, o empresário comentou sobre esse momento. “Eu só fico em dúvida, quem é mais feio, ao vivo ou a estátua de cera. Brincadeiras à parte, eu agradeço ao museu por essa homenagem feita para mim. Muito, muito obrigado”, disse.

Uma tragédia que marcou o país

As enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul deixaram mais de 100 mortos e impactaram mais de 70% do território gaúcho, configurando a pior tragédia climática da história do Brasil. Cidades foram engolidas pela força da água, lares desapareceram e milhares de famílias ficaram ilhadas, aguardando socorro em telhados, barcos improvisados ou nos poucos pontos altos que resistiram.

As cenas da catástrofe ganharam o mundo, entre elas, a da Estátua da Liberdade, da Loja Havan, cercada por água. Além desta imagem, a do cavalo Caramelo, também rodou o mundo.

Em meio ao cenário de dor e destruição, a solidariedade se tornou um fio de esperança.

O papel de Hang no socorro aos gaúchos

Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, teve uma das unidades, a de Lajeado, totalmente devastada pelas cheias. O prédio precisou ser reconstruído quase do zero. Mesmo com o próprio prejuízo em mãos, o empresário colocou sua estrutura à disposição.

Além de doações financeiras, ele mobilizou helicópteros, equipes e recursos materiais para apoiar resgates e entregas de suprimentos a populações isoladas. As aeronaves ajudaram a retirar famílias de áreas de risco e levar alimentos, medicamentos e água potável a regiões que, por dias, ficaram completamente inacessíveis por terra.

Uma homenagem que eterniza um gesto

O Museu de Cera de Gramado justificou a homenagem pelo impacto que as ações do empresário tiveram durante a crise. Assim como outras figuras marcantes retratadas nas galerias, Hang agora ganha uma estátua como reconhecimento público.

A peça, esculpida com realismo impressionante celebra o empresário e a solidariedade dele que marcou o país.

Agora, a solidariedade do empresário está também em Gramado, eternizada em cera, lembrando que em meio a uma das maiores tempestades do Brasil, algumas mãos estendidas fizeram toda a diferença.

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