Messi iguala Cafu em finais e pode ampliar legado na Copa
Messi iguala Cafu com três finais de Copa, amplia recordes e pode levar a Argentina ao bicampeonato mundial após 64 anos
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Lionel Messi voltou a escrever mais um capítulo histórico na Copa do Mundo. Após a vitória emocionante que garantiu a Argentina na decisão do Mundial de 2026, o camisa 10 igualou um dos maiores recordes da competição ao disputar sua terceira final, marca alcançada apenas pelo ex-lateral brasileiro Cafu.
O primeiro capítulo dessa trajetória aconteceu em 2014. Na decisão disputada no Maracanã, a Argentina foi derrotada pela Alemanha por 1 a 0, na prorrogação, resultado que garantiu aos alemães o quarto e até agora último título mundial.
O desfecho foi diferente oito anos depois. Em 2022, Messi comandou a conquista do tricampeonato argentino ao superar a França nos pênaltis, após um eletrizante empate por 3 a 3. Agora, o craque de 39 anos terá a oportunidade de conquistar seu segundo título consecutivo e ampliar ainda mais seu legado no futebol mundial.
Além da marca de três finais, Messi segue empilhando recordes na história das Copas do Mundo. O argentino chegou a 12 assistências, tornando-se o maior garçom da competição e abrindo vantagem sobre Pelé, que encerrou sua trajetória com nove passes para gol.
O camisa 10 também lidera a artilharia histórica do Mundial, com 21 gols marcados em seis edições. A vantagem é de um gol sobre Kylian Mbappé, que terá a oportunidade de diminuir a diferença na próxima Copa do Mundo.
Argentina pode repetir feito histórico do Brasil
A classificação para a final também mantém viva a possibilidade de a Argentina igualar um feito que apenas duas seleções conseguiram na história das Copas do Mundo: conquistar dois títulos consecutivos.
Atual campeã, a Albiceleste pode levantar a taça pela segunda edição seguida, repetindo o desempenho da Seleção Brasileira, bicampeã em 1958 e 1962. Antes disso, somente a Itália havia alcançado a marca, com os títulos conquistados em 1934 e 1938.
Caso confirme o favoritismo na decisão, a Argentina encerrará um jejum de 64 anos sem que uma seleção consiga defender com sucesso o título mundial, consolidando uma das campanhas mais marcantes da história da Copa do Mundo.
*Texto com informações do SBT Sports
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