Alisson entra para grupo seleto de goleiros da Seleção
Goleiro iguala marcas de Gilmar e Taffarel, elogia Ancelotti e reforça que o principal objetivo é conquistar o hexacampeonato
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A Copa do Mundo de 2026 representará um marco especial na carreira de Alisson Becker. Titular da Seleção Brasileira, o goleiro disputará seu terceiro Mundial e passará a integrar um grupo histórico entre os arqueiros brasileiros, igualando as marcas de Gilmar dos Santos Neves e Taffarel em participações na principal competição do futebol mundial.
Em entrevista coletiva durante a preparação para a estreia do Brasil, Alisson destacou a emoção de alcançar a marca e afirmou se sentir honrado por dividir esse espaço com dois dos maiores goleiros da história da Seleção.
“Se for dizer uma palavra para definir o sentimento é honra. Poder estar junto com esses gigantes da história da seleção brasileira é um privilégio. Quando eu assistia à Copa do Mundo quando criança, sonhava em estar aqui. Hoje vejo como uma bênção poder disputar mais um Mundial com a camisa da maior seleção do mundo”, afirmou.
Apesar do feito individual, o camisa 1 garantiu que seu foco está em um objetivo ainda maior: conquistar o hexacampeonato com o Brasil.
“Quero entrar no outro grupo. Quero estar entre os campeões de uma Copa do Mundo. Esse é meu foco e a coisa mais importante neste momento”, ressaltou.
Alisson destaca impacto de Ancelotti na Seleção
Ao analisar o ciclo que antecedeu o Mundial, Alisson reconheceu as dificuldades enfrentadas pela equipe nos últimos anos, mas destacou que a chegada de Carlo Ancelotti trouxe um novo ambiente para a Seleção Brasileira. Segundo o goleiro, o treinador italiano ajudou a criar um clima mais tranquilo e totalmente voltado para o trabalho dentro de campo.
“Desde a chegada do Ancelotti, o ambiente foi transformado. Ele tem uma presença muito forte e nos transmite tranquilidade. Hoje estamos focados no trabalho e na construção da equipe”, avaliou.
O arqueiro acredita que a confiança adquirida durante a preparação pode ser determinante para o desempenho do Brasil já na estreia diante do Marrocos.
Alisson também comentou as críticas recebidas ao longo do ciclo da Copa do Mundo e afirmou que as cobranças fazem parte da responsabilidade de vestir a camisa da Seleção Brasileira.
Para o goleiro, a exigência da torcida é natural diante da tradição vencedora do Brasil.
“As cobranças são naturais. Fazem parte do futebol e do que representa vestir essa camisa. O torcedor quer títulos e resultados. Mas ninguém se cobra mais do que eu mesmo”, afirmou.
Foco total no Mundial
Questionado sobre a possibilidade de atuar até os 40 anos e disputar uma quarta Copa do Mundo, o goleiro preferiu evitar projeções para o futuro. Alisson destacou que vive o momento atual com intensidade e encara a competição como uma oportunidade única.
“Meu foco está nesta Copa do Mundo. Vou encarar como se fosse a última oportunidade. Tenho aprendido a viver um dia de cada vez”, concluiu.
Você pode assistir a entrevista coletiva completa aqui:
*Texto com informações do SBT Sports
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