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Plágio?

Compositor pede R$ 1 milhão em processo contra Pablo Vittar por plágio; ouça

Segundo compositor, as duas obras falam sobre amor não correspondido; assessoria da cantora nega

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Foto: Reprodução/Instagram
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via Fofocalizando

Pabllo Vittar foi acusada de plágio pelo hit “Ama, Sofre, Chora”, do álbum “Batidão Tropical”, segundo a colunista Fábia Oliveira. A ação judicial, que pede por indenização por danos morais, foi movida pelo cantor Herlomm Diosly dos Reis Silva, com o nome artístico de Herlomm Grandão, e pode chegar em R$ 1 milhão. 

Compare as duas músicas:

O compositor de “Amar, Sofrer, Chorar” alega que, após ouvir a música da drag queen, “identificou trechos com o mesmo sentido da composição original, de sua autoria, não só no título e melodia, estes praticamente idênticos, como também, no sentido literário, pois ambas falam de amor não correspondido, onde uma pessoa ama outra que a ignora”.

Herlomm ainda declarou que, enquanto a canção de Pabllo foi publicada no YouTube no dia 8 de janeiro de 2021, a sua foi registrada em 13 de junho de 2019 em uma plataforma chamada “musicasregistradas.com” e em 01 de outubro de 2020 no YouTube. 

Assessoria nega

“A equipe da artista Pabllo Vittar vem, através deste comunicado, informar que tomou conhecimento pela mídia digital, que existe uma acusação de plágio referente à obra ‘Ama, Sofre, Chora’, de Autoria de Rodrigo Gorky, Pablo Bispo, Arthur Marques, Arthur Pampolin Gomes e Guilherme dos Santos Pereira”, iniciou a nota.

“Em que pese não tenha recebido nenhuma notificação ou citação até o presente momento, a Artista, através de sua equipe, examinou a gravação da obra alegadamente plagiada e verificou que não existe nenhuma hipótese de ocorrência de plágio, visto que as obras musicais são totalmente distintas, nada existindo que possa, minimamente, levar a essa conclusão”, continuou. 

“Neste sentido, este comunicado serve para esclarecer que a artista Pabllo Vittar não cometeu nenhum tipo de violação a direito autoral e não compactua com a apropriação indevida de qualquer espécie de propriedade intelectual. Trata-se de evidente acusação leviana, sem qualquer fundamento, a qual será devidamente contestada no momento oportuno”, finalizou o comunicado.

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