Rôgga vende 685 imóveis no 1º trimestre e acelera expansão em Santa Catarina
Empresa registrou média de uma venda a cada três horas
• Atualizado
A construtora Rôgga Empreendimentos registrou a venda de 685 unidades no primeiro trimestre deste ano, resultado que equivale a uma média de cerca de 7,6 imóveis por dia, aproximadamente uma venda a cada três horas. Os dados foram apresentados nesta sexta-feira (29), durante o 16º Encontro de Fornecedores da empresa, realizado no Ágora Tech Park, em Joinville.
O evento reuniu 65 empresas parceiras, entre presidentes e CEOs, e teve como foco o fortalecimento da cadeia de suprimentos, além da apresentação do cenário atual da companhia e das projeções para os próximos anos.
A Rôgga, que completa 20 anos em 2026, já atendeu mais de 16 mil famílias. A empresa atua em sete cidades de Santa Catarina: Joinville, Jaraguá do Sul, Itapoá, Barra Velha, Balneário Piçarras, Penha e Itajaí.
Atualmente, a construtora mantém 25 empreendimentos em obras simultâneas, com 71 torres em construção e mais de 6 mil unidades residenciais em andamento.
Estratégia baseada em previsibilidade e escala
Durante o encontro, o presidente da companhia, Vilson Buss, destacou que a competitividade da empresa está sustentada no planejamento e na constância das operações.
Na mesma linha, o diretor de Suprimentos e Logística, Alexandre Basso, ressaltou que a previsibilidade das informações repassadas ao mercado e aos fornecedores é um dos principais fatores de eficiência. Ele também afirmou que o volume de obras e o banco de terrenos (landbank) garantem demanda contínua e permitem melhor planejamento da cadeia de suprimentos.
Mercado aquecido e perspectiva de crescimento
O diretor comercial Thales Souza apresentou indicadores que apontam aquecimento do mercado imobiliário. Segundo pesquisas da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em parceria com a Brain, metade dos entrevistados tem intenção de adquirir um imóvel nos próximos 24 meses.
A empresa também destacou que seu banco de terrenos já ultrapassa R$ 10 bilhões, o que reforça a capacidade de manter um volume consistente de lançamentos e sustentar o crescimento nos próximos anos.
O encontro contou ainda com a presença de representantes de instituições financeiras como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Bradesco, que acompanharam discussões sobre governança corporativa e saúde financeira da construtora.
Encerramento com análise econômica
O evento foi encerrado com uma palestra do jornalista William Waack, que analisou o cenário econômico global e os impactos no Brasil. Ele destacou mudanças rápidas na economia internacional, especialmente nas relações entre Estados Unidos e China, além de desafios internos como a insegurança jurídica.
“Os desafios são iguais para todos. Alcançar bons resultados só depende de nós. Não há segredo para o sucesso; o caminho sempre foi investir, poupar e trabalhar”, afirmou Waack.
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